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Incerteza eleitoral leva dólar a R$ 4,20, maior valor do Plano Real


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14/09/2018

Vários fatores pressionaram a alta do dólar, como expectativa de crescimento de Haddad e incerteza sobre a campanha de Bolsonaro.

 

As incertezas em torno do processo eleitoral levaram o dólar a 4,1957 reais, uma alta de 1,2% em relação ao pregão de quarta-feira. É o maior valor de fechamento da história – o recorde anterior tinha sido batido em 21 de janeiro de 2016, quando a moeda americana foi vendida por 4,1655 reais.

 

De acordo com analistas, vários fatores pressionaram a alta do dólar no mercado interno. O principal deles é a expectativa de que o candidato do PT, Fernando Haddad, cresça fortemente nas próximas pesquisas. “Existem sondagens internas que as campanhas fazem que apontariam para esse crescimento”, afirmou Fernando Bergallo, diretor de câmbio da FB Capital.

 

Outro motivo que trouxe alarme para o mercado é o estado de saúde do candidato do PSL, Jair Bolsonaro, que deve ficar fora da campanha de rua do primeiro turno após sofrer uma facada no abdômen. “A paciência do mercado está por um fio. Existe um mal estar com o cenário eleitoral que está se prolongando por tempo demais e ninguém está satisfeito com isso”, disse André Perfeito, economista-chefe da Spinelli Corretora.

 

Reportagem publicada no fim da tarde pelo jornal O Estado de S. Paulo citando entregas de 1,5 milhão de reais para ex-assessores do tucano Geraldo Alckmin também contribuíram para a escalada da moeda americana. “O cenário está muito delicado. Ninguém quer ficar vendido neste momento. Se sai uma denúncia, ninguém quer dormir apostando no mercado brasileiro”, diz Pedro Paulo Silveira, economista-chefe da Nova Futura Investimentos.

 

A campanha tucana informou que Alckmin nunca recebeu ou autorizou que recebessem doações ilegais em seu nome.

 

O dólar estava na casa dos 4,16 reais até as 14h30. O salto para 4,20 reais aconteceu pouco antes do fim do pregão, por volta das 16h20. Pablo Spyer, diretor da corretora Mirae Asset, diz que o dólar está enfrentando o maior período de volatilidade dos últimos três anos. “Estamos vivendo a era dos especuladores. Os especuladores adoram a volatilidade. Esses saltos só ocorrem quando a volatilidade está muito alta.”

 

Bergallo afirma que o teto para o dólar pode ser maior que o atual patamar de 4,20. “O recorde de 4,16 reais não leva em conta a inflação do período. Isso abre espaço para a moeda superar os 5 reais.”

Vários fatores pressionaram a alta do dólar, como expectativa de crescimento de Haddad e incerteza sobre a campanha de Bolsonaro.


 


As incertezas em torno do processo eleitoral levaram o dólar a 4,1957 reais, uma alta de 1,2% em relação ao pregão de quarta-feira. É o maior valor de fechamento da história – o recorde anterior tinha sido batido em 21 de janeiro de 2016, quando a moeda americana foi vendida por 4,1655 reais.


 


De acordo com analistas, vários fatores pressionaram a alta do dólar no mercado interno. O principal deles é a expectativa de que o candidato do PT, Fernando Haddad, cresça fortemente nas próximas pesquisas. “Existem sondagens internas que as campanhas fazem que apontariam para esse crescimento”, afirmou Fernando Bergallo, diretor de câmbio da FB Capital.


 


Outro motivo que trouxe alarme para o mercado é o estado de saúde do candidato do PSL, Jair Bolsonaro, que deve ficar fora da campanha de rua do primeiro turno após sofrer uma facada no abdômen. “A paciência do mercado está por um fio. Existe um mal estar com o cenário eleitoral que está se prolongando por tempo demais e ninguém está satisfeito com isso”, disse André Perfeito, economista-chefe da Spinelli Corretora.


PATROCINADORES

 


Reportagem publicada no fim da tarde pelo jornal O Estado de S. Paulo citando entregas de 1,5 milhão de reais para ex-assessores do tucano Geraldo Alckmin também contribuíram para a escalada da moeda americana. “O cenário está muito delicado. Ninguém quer ficar vendido neste momento. Se sai uma denúncia, ninguém quer dormir apostando no mercado brasileiro”, diz Pedro Paulo Silveira, economista-chefe da Nova Futura Investimentos.


 


A campanha tucana informou que Alckmin nunca recebeu ou autorizou que recebessem doações ilegais em seu nome.


 


O dólar estava na casa dos 4,16 reais até as 14h30. O salto para 4,20 reais aconteceu pouco antes do fim do pregão, por volta das 16h20. Pablo Spyer, diretor da corretora Mirae Asset, diz que o dólar está enfrentando o maior período de volatilidade dos últimos três anos. “Estamos vivendo a era dos especuladores. Os especuladores adoram a volatilidade. Esses saltos só ocorrem quando a volatilidade está muito alta.”


 


Bergallo afirma que o teto para o dólar pode ser maior que o atual patamar de 4,20. “O recorde de 4,16 reais não leva em conta a inflação do período. Isso abre espaço para a moeda superar os 5 reais.”


Vários fatores pressionaram a alta do dólar, como expectativa de crescimento de Haddad e incerteza sobre a campanha de Bolsonaro.



As incertezas em torno do processo eleitoral levaram o dólar a 4,1957 reais, uma alta de 1,2% em relação ao pregão de quarta-feira. É o maior valor de fechamento da história – o recorde anterior tinha sido batido em 21 de janeiro de 2016, quando a moeda americana foi vendida por 4,1655 reais.



De acordo com analistas, vários fatores pressionaram a alta do dólar no mercado interno. O principal deles é a expectativa de que o candidato do PT, Fernando Haddad, cresça fortemente nas próximas pesquisas. “Existem sondagens internas que as campanhas fazem que apontariam para esse crescimento”, afirmou Fernando Bergallo, diretor de câmbio da FB Capital.



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Outro motivo que trouxe alarme para o mercado é o estado de saúde do candidato do PSL, Jair Bolsonaro, que deve ficar fora da campanha de rua do primeiro turno após sofrer uma facada no abdômen. “A paciência do mercado está por um fio. Existe um mal estar com o cenário eleitoral que está se prolongando por tempo demais e ninguém está satisfeito com isso”, disse André Perfeito, economista-chefe da Spinelli Corretora.



Reportagem publicada no fim da tarde pelo jornal O Estado de S. Paulo citando entregas de 1,5 milhão de reais para ex-assessores do tucano Geraldo Alckmin também contribuíram para a escalada da moeda americana. “O cenário está muito delicado. Ninguém quer ficar vendido neste momento. Se sai uma denúncia, ninguém quer dormir apostando no mercado brasileiro”, diz Pedro Paulo Silveira, economista-chefe da Nova Futura Investimentos.



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A campanha tucana informou que Alckmin nunca recebeu ou autorizou que recebessem doações ilegais em seu nome.



O dólar estava na casa dos 4,16 reais até as 14h30. O salto para 4,20 reais aconteceu pouco antes do fim do pregão, por volta das 16h20. Pablo Spyer, diretor da corretora Mirae Asset, diz que o dólar está enfrentando o maior período de volatilidade dos últimos três anos. “Estamos vivendo a era dos especuladores. Os especuladores adoram a volatilidade. Esses saltos só ocorrem quando a volatilidade está muito alta.”



Bergallo afirma que o teto para o dólar pode ser maior que o atual patamar de 4,20. “O recorde de 4,16 reais não leva em conta a inflação do período. Isso abre espaço para a moeda superar os 5 reais.”



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