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Entretenimento e Curiosidade

Australiana tem dedo amputado após roer unha


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12/09/2018

Courtney Whithorn adquiriu um câncer raro no polegar.

 

Uma britânica de 20 anos, que vive na Austrália, tinha o vício – muito comum entre as pessoas – de roer as unhas (também chamado onicofagia). A atitude que parecia inofensiva fez com que Courtney Whithorn desenvolvesse um tipo raro de câncer num dos polegares e, com isso, precisou amputa o dedo, antes que a doença se espalhasse pelo corpo. A informação foi divulgada pelo tabloide britânico The Mirror.

 

Assim que percebeu que a unha do dedão estava estranha, a australiana procurou ajuda médica e acabou sendo internada. Seu polegar tinha começado a escurecer e apresentava sinais de uma infeção gravíssima. Se gundo Whithorn relatou ao The Mirror, ela tentou esconder a situação de familiares e amigos, mas era algo tão evidente que não passou despercebido.

 

No hospital, situado na cidade australiana de Gold Coast, os médicos logo identificaram a situação clínica rara. Questionada, a paciente contou para os especialistas que tinha o hábito de roer as unhas a tal ponto que chegou acabar com a unha do dedão – justamente o que foi amputado posteriormente. A equipe médica chegou a  fazer quatro intervenções cirúrgicas no dedo, sem sucesso.

 

"Quando descobri que o câncer tinha sido originado pelo fato de roer as unhas, fiquei arrasada", diz Courtney Whithorn ao The Mirror. Ela explica que o vício teria começado em virtude do bullying que sofria na escola desde os 16 anos. O ato de roer as unhas seria uma espécie de "refúgio" nas horas de ansiedade.

Courtney Whithorn adquiriu um câncer raro no polegar.


 


Uma britânica de 20 anos, que vive na Austrália, tinha o vício – muito comum entre as pessoas – de roer as unhas (também chamado onicofagia). A atitude que parecia inofensiva fez com que Courtney Whithorn desenvolvesse um tipo raro de câncer num dos polegares e, com isso, precisou amputa o dedo, antes que a doença se espalhasse pelo corpo. A informação foi divulgada pelo tabloide britânico The Mirror.


 


PATROCINADORES

Assim que percebeu que a unha do dedão estava estranha, a australiana procurou ajuda médica e acabou sendo internada. Seu polegar tinha começado a escurecer e apresentava sinais de uma infeção gravíssima. Se gundo Whithorn relatou ao The Mirror, ela tentou esconder a situação de familiares e amigos, mas era algo tão evidente que não passou despercebido.


 


No hospital, situado na cidade australiana de Gold Coast, os médicos logo identificaram a situação clínica rara. Questionada, a paciente contou para os especialistas que tinha o hábito de roer as unhas a tal ponto que chegou acabar com a unha do dedão – justamente o que foi amputado posteriormente. A equipe médica chegou a  fazer quatro intervenções cirúrgicas no dedo, sem sucesso.


 


"Quando descobri que o câncer tinha sido originado pelo fato de roer as unhas, fiquei arrasada", diz Courtney Whithorn ao The Mirror. Ela explica que o vício teria começado em virtude do bullying que sofria na escola desde os 16 anos. O ato de roer as unhas seria uma espécie de "refúgio" nas horas de ansiedade.


Courtney Whithorn adquiriu um câncer raro no polegar.



Uma britânica de 20 anos, que vive na Austrália, tinha o vício – muito comum entre as pessoas – de roer as unhas (também chamado onicofagia). A atitude que parecia inofensiva fez com que Courtney Whithorn desenvolvesse um tipo raro de câncer num dos polegares e, com isso, precisou amputa o dedo, antes que a doença se espalhasse pelo corpo. A informação foi divulgada pelo tabloide britânico The Mirror.



Assim que percebeu que a unha do dedão estava estranha, a australiana procurou ajuda médica e acabou sendo internada. Seu polegar tinha começado a escurecer e apresentava sinais de uma infeção gravíssima. Se gundo Whithorn relatou ao The Mirror, ela tentou esconder a situação de familiares e amigos, mas era algo tão evidente que não passou despercebido.



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No hospital, situado na cidade australiana de Gold Coast, os médicos logo identificaram a situação clínica rara. Questionada, a paciente contou para os especialistas que tinha o hábito de roer as unhas a tal ponto que chegou acabar com a unha do dedão – justamente o que foi amputado posteriormente. A equipe médica chegou a  fazer quatro intervenções cirúrgicas no dedo, sem sucesso.



"Quando descobri que o câncer tinha sido originado pelo fato de roer as unhas, fiquei arrasada", diz Courtney Whithorn ao The Mirror. Ela explica que o vício teria começado em virtude do bullying que sofria na escola desde os 16 anos. O ato de roer as unhas seria uma espécie de "refúgio" nas horas de ansiedade.



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