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Bem Estar

Emagrecer apenas 10% já ajuda a proteger o coração


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12/09/2018

Estudo australiano relacionou arritmia cardíaca e sobrepeso.

 

Entre as complicações causadas pelo excesso de peso estão o Acidente Vascular Cerebral (AVC) e infarto do miocárdio. Por isso, emagrecer é uma recomendação comum nos consultórios dos cardiologistas. Agora, um estudo realizado na Austrália confirma a orientação médica. A pesquisa descobriu que a perda de peso ajuda na redução dos sintomas, como a arritmia cardíaca. Os resultados foram publicados na revista científica Eurospace.

 

A pesquisadora Melissa Middeldorp, da Universidade de Adelaide, juntamente com sua equipe, acompanhou 355 pessoas com sobrepeso ou obesas, todas acometidas por fibrilação atrial (frequência cardíaca irregular), que foram perdendo quantidades variáveis de peso ao longo do experimento. Ao analisar as condições dos voluntários e o progresso do emagrecimento, os cientistas concluíram que a redução de 10% no peso, acompanhada do gerenciamento de fatores de risco associados à doença, pode reverter a progressão da arritmia, reduzir os sintomas e a necessidade de tratamento. "Esta é a primeira vez em que há evidências de que a fibrilação atrial pode ser aliviada pela perda de peso e pelo tratamento dos fatores de estilo de vida", diz Middeldorp em comunicado enviado à imprensa.

 

Os pesquisadores australianos ressaltam ainda a necessidade de estar atento à relação próxima entre as duas complicações. Segundo eles, o resultado da pesquisa pode ajudar nesse desafio. "Vemos que a progressão da doença tem uma ligação direta com o grau de perda de peso. Com níveis recordes de obesidade na Austrália e na maioria dos países de alta renda, esse estudo dá a esperança de que pessoas obesas podem ter uma melhora na qualidade de vida e reduzir sua dependência de serviços de saúde se perderem peso", diz Melissa Middeldorp.

Estudo australiano relacionou arritmia cardíaca e sobrepeso.


 


Entre as complicações causadas pelo excesso de peso estão o Acidente Vascular Cerebral (AVC) e infarto do miocárdio. Por isso, emagrecer é uma recomendação comum nos consultórios dos cardiologistas. Agora, um estudo realizado na Austrália confirma a orientação médica. A pesquisa descobriu que a perda de peso ajuda na redução dos sintomas, como a arritmia cardíaca. Os resultados foram publicados na revista científica Eurospace.


PATROCINADORES

 


A pesquisadora Melissa Middeldorp, da Universidade de Adelaide, juntamente com sua equipe, acompanhou 355 pessoas com sobrepeso ou obesas, todas acometidas por fibrilação atrial (frequência cardíaca irregular), que foram perdendo quantidades variáveis de peso ao longo do experimento. Ao analisar as condições dos voluntários e o progresso do emagrecimento, os cientistas concluíram que a redução de 10% no peso, acompanhada do gerenciamento de fatores de risco associados à doença, pode reverter a progressão da arritmia, reduzir os sintomas e a necessidade de tratamento. "Esta é a primeira vez em que há evidências de que a fibrilação atrial pode ser aliviada pela perda de peso e pelo tratamento dos fatores de estilo de vida", diz Middeldorp em comunicado enviado à imprensa.


 


Os pesquisadores australianos ressaltam ainda a necessidade de estar atento à relação próxima entre as duas complicações. Segundo eles, o resultado da pesquisa pode ajudar nesse desafio. "Vemos que a progressão da doença tem uma ligação direta com o grau de perda de peso. Com níveis recordes de obesidade na Austrália e na maioria dos países de alta renda, esse estudo dá a esperança de que pessoas obesas podem ter uma melhora na qualidade de vida e reduzir sua dependência de serviços de saúde se perderem peso", diz Melissa Middeldorp.


Estudo australiano relacionou arritmia cardíaca e sobrepeso.



Entre as complicações causadas pelo excesso de peso estão o Acidente Vascular Cerebral (AVC) e infarto do miocárdio. Por isso, emagrecer é uma recomendação comum nos consultórios dos cardiologistas. Agora, um estudo realizado na Austrália confirma a orientação médica. A pesquisa descobriu que a perda de peso ajuda na redução dos sintomas, como a arritmia cardíaca. Os resultados foram publicados na revista científica Eurospace.



A pesquisadora Melissa Middeldorp, da Universidade de Adelaide, juntamente com sua equipe, acompanhou 355 pessoas com sobrepeso ou obesas, todas acometidas por fibrilação atrial (frequência cardíaca irregular), que foram perdendo quantidades variáveis de peso ao longo do experimento. Ao analisar as condições dos voluntários e o progresso do emagrecimento, os cientistas concluíram que a redução de 10% no peso, acompanhada do gerenciamento de fatores de risco associados à doença, pode reverter a progressão da arritmia, reduzir os sintomas e a necessidade de tratamento. "Esta é a primeira vez em que há evidências de que a fibrilação atrial pode ser aliviada pela perda de peso e pelo tratamento dos fatores de estilo de vida", diz Middeldorp em comunicado enviado à imprensa.



PATROCINADORES

Os pesquisadores australianos ressaltam ainda a necessidade de estar atento à relação próxima entre as duas complicações. Segundo eles, o resultado da pesquisa pode ajudar nesse desafio. "Vemos que a progressão da doença tem uma ligação direta com o grau de perda de peso. Com níveis recordes de obesidade na Austrália e na maioria dos países de alta renda, esse estudo dá a esperança de que pessoas obesas podem ter uma melhora na qualidade de vida e reduzir sua dependência de serviços de saúde se perderem peso", diz Melissa Middeldorp.



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