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Esporte

Cielo cogita parar no fim do ano e diz: “Não me vejo em 2020”


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08/08/2018

A carreira de César Augusto Cielo Filho, principal nadador da história do Brasil, pode estar na reta final. Aos 31 anos de idade, o atleta planeja disputar o Mundial de Piscina Curta de Hangzhou, mas cogita a possibilidade de encerrar sua trajetória no fim de 2018 e, agora, não pensa nos Jogos Olímpicos de Tóquio.

 

“Estou levando temporada a temporada. Hoje, para ser bem sincero, não me vejo em 2020. Não faz parte dos meus objetivos na água. Mas estabeleci que, se conseguir um bom resultado nesse ano e meu corpo permitir, vou para mais uma temporada. Então, com relação a 2020, zero promessas”, afirmou o atleta na tarde desta quarta-feira, na sede do Esporte Clube Pinheiros.

 

Entre os dias 24 e 28 de agosto, em busca da classificação para o Mundial de Hangzhou, César Cielo participa do Troféu José Finkel. Após o torneio sediado na China, marcado para dezembro, o nadador tomará uma decisão sobre a própria trajetória.

 

“Enquanto estiver na piscina, vou dar meus 120%. Só não sei até quando vai durar. A natação vem passando por um momento muito ruim e sei que os ex-atletas vão precisar ajudar. Sinto que minha hora de fazer isso está chegando, mas, a princípio, o objetivo desse ano é o Mundial”, explicou, sem associar a eventual continuidade apenas aos resultados.

 

“Não seria o mais inteligente da minha parte. É mais a questão do dia a dia, da rotina. Se eu sentir que os treinos ainda estão legais, que meu corpo está suportando e que sigo em evolução, não vejo motivo para não continuar no ano que vem. Os resultados podem ajudar ou não nisso”, ponderou.

 

César Cielo conquistou três medalhas olímpicas e seis títulos mundiais em piscina longa. Atualmente, concilia a rotina de treinamentos com a vida de sócio em uma empresa que fabrica produtos voltados à natação, algo que diminui suas chances de sucesso dentro d’água.

 

“Hoje, não estou me dedicando como já me dediquei. Entre as responsabilidades dentro e fora da piscina, nunca estive tão dividido. Tenho minhas expectativas de uma forma diferente, mas vejo que estar na piscina e fazer parte do grupo, de certa fora, ainda é importante. Quero ajudar para que a transição entre gerações seja harmoniosa”, disse.

A carreira de César Augusto Cielo Filho, principal nadador da história do Brasil, pode estar na reta final. Aos 31 anos de idade, o atleta planeja disputar o Mundial de Piscina Curta de Hangzhou, mas cogita a possibilidade de encerrar sua trajetória no fim de 2018 e, agora, não pensa nos Jogos Olímpicos de Tóquio.


 


“Estou levando temporada a temporada. Hoje, para ser bem sincero, não me vejo em 2020. Não faz parte dos meus objetivos na água. Mas estabeleci que, se conseguir um bom resultado nesse ano e meu corpo permitir, vou para mais uma temporada. Então, com relação a 2020, zero promessas”, afirmou o atleta na tarde desta quarta-feira, na sede do Esporte Clube Pinheiros.


 


Entre os dias 24 e 28 de agosto, em busca da classificação para o Mundial de Hangzhou, César Cielo participa do Troféu José Finkel. Após o torneio sediado na China, marcado para dezembro, o nadador tomará uma decisão sobre a própria trajetória.


 


PATROCINADORES

“Enquanto estiver na piscina, vou dar meus 120%. Só não sei até quando vai durar. A natação vem passando por um momento muito ruim e sei que os ex-atletas vão precisar ajudar. Sinto que minha hora de fazer isso está chegando, mas, a princípio, o objetivo desse ano é o Mundial”, explicou, sem associar a eventual continuidade apenas aos resultados.


 


“Não seria o mais inteligente da minha parte. É mais a questão do dia a dia, da rotina. Se eu sentir que os treinos ainda estão legais, que meu corpo está suportando e que sigo em evolução, não vejo motivo para não continuar no ano que vem. Os resultados podem ajudar ou não nisso”, ponderou.


 


César Cielo conquistou três medalhas olímpicas e seis títulos mundiais em piscina longa. Atualmente, concilia a rotina de treinamentos com a vida de sócio em uma empresa que fabrica produtos voltados à natação, algo que diminui suas chances de sucesso dentro d’água.


 


“Hoje, não estou me dedicando como já me dediquei. Entre as responsabilidades dentro e fora da piscina, nunca estive tão dividido. Tenho minhas expectativas de uma forma diferente, mas vejo que estar na piscina e fazer parte do grupo, de certa fora, ainda é importante. Quero ajudar para que a transição entre gerações seja harmoniosa”, disse.


A carreira de César Augusto Cielo Filho, principal nadador da história do Brasil, pode estar na reta final. Aos 31 anos de idade, o atleta planeja disputar o Mundial de Piscina Curta de Hangzhou, mas cogita a possibilidade de encerrar sua trajetória no fim de 2018 e, agora, não pensa nos Jogos Olímpicos de Tóquio.



“Estou levando temporada a temporada. Hoje, para ser bem sincero, não me vejo em 2020. Não faz parte dos meus objetivos na água. Mas estabeleci que, se conseguir um bom resultado nesse ano e meu corpo permitir, vou para mais uma temporada. Então, com relação a 2020, zero promessas”, afirmou o atleta na tarde desta quarta-feira, na sede do Esporte Clube Pinheiros.



Entre os dias 24 e 28 de agosto, em busca da classificação para o Mundial de Hangzhou, César Cielo participa do Troféu José Finkel. Após o torneio sediado na China, marcado para dezembro, o nadador tomará uma decisão sobre a própria trajetória.



PATROCINADORES

“Enquanto estiver na piscina, vou dar meus 120%. Só não sei até quando vai durar. A natação vem passando por um momento muito ruim e sei que os ex-atletas vão precisar ajudar. Sinto que minha hora de fazer isso está chegando, mas, a princípio, o objetivo desse ano é o Mundial”, explicou, sem associar a eventual continuidade apenas aos resultados.



“Não seria o mais inteligente da minha parte. É mais a questão do dia a dia, da rotina. Se eu sentir que os treinos ainda estão legais, que meu corpo está suportando e que sigo em evolução, não vejo motivo para não continuar no ano que vem. Os resultados podem ajudar ou não nisso”, ponderou.



César Cielo conquistou três medalhas olímpicas e seis títulos mundiais em piscina longa. Atualmente, concilia a rotina de treinamentos com a vida de sócio em uma empresa que fabrica produtos voltados à natação, algo que diminui suas chances de sucesso dentro d’água.



“Hoje, não estou me dedicando como já me dediquei. Entre as responsabilidades dentro e fora da piscina, nunca estive tão dividido. Tenho minhas expectativas de uma forma diferente, mas vejo que estar na piscina e fazer parte do grupo, de certa fora, ainda é importante. Quero ajudar para que a transição entre gerações seja harmoniosa”, disse.



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