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Bem Estar

Qual a diferença entre sarampo e catapora?


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28/07/2018

Não troque as bolas: apesar de facilmente confundidas, elas não são a mesma doença e exigem cuidados específicos.

 

Lesões na pele, febre, dores no corpo, alto contágio. Estas doenças costumam atingir crianças, são patologias distintas e requerem cuidados particulares.

 

 

Catapora

 

A doença é causada pelo vírus Herpesvirus varicellae – não à toa, também é conhecida como varicela. A transmissão acontece por contato com a secreção das feridas, saliva ou secreções respiratórias de alguém infectado. Embora possa ocorrer também na idade adulta, em geral, a catapora acontece em crianças de 2 a 8 anos de idade.

 

Os primeiros sintomas são febre, mal-estar, cansaço e falta de apetite. Depois de um ou dois dias, surgem pequenas manchas no tronco como “gotas de orvalho” que evoluem para bolhas cheias de líquido amarelado e se espalham para o rosto, braços e couro cabeludo. Ao longo do processo de cicatrização, essas bolhas formam crostas que provocam muita coceira.

 

Nesse estágio da doença, é crucial que o paciente não retire as “casquinhas” nem coce as lesões, diminuindo assim o risco de infeções por bactérias e a formação de cicatrizes. O período de contágio abrange desde o dia em que as primeiras marcas aparecem na pele até que todas as bolhas tenham esvaziado e se transformado em crostas.

 

Não existe tratamento contra a catapora, apenas cuidados para amenizar os sintomas. A vacina é a forma mais efetiva de prevenção – recomendada para crianças a partir de um ano e adultos com baixa imunidade.

 

Assim que uma pessoa é infectada pelo Herpesvirus varicellae, ela será imune a vida toda à catapora. O problema é que ele sobrevive adormecido no organismo sem dar nenhum sinal ou sintoma e pode ser que em algum momento da vida adulta, se manifeste como herpes-zóster(cobreiro).

 

 

Sarampo

 

Em 2016, o Brasil recebeu um certificado de eliminação do vírus do sarampo. No entanto, essa doença infectocontagiosa voltou a ser alvo de preocupação – a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), mesma instituição que nos deu o certificado de erradicação do vírus, confirma mais de 2 mil casos de sarampo nas Américas (677 no Brasil) neste ano e, em conjunto com a Organização Mundial da Saúde, pede que os países intensifiquem as campanhas de vacinação para conter o avanço da enfermidade.

 

O sarampo é uma das doenças mais contagiosas que existem. Gotículas de saliva da fala, espirros, tosse ou mesmo da respiração de uma pessoa contaminada podem ser vetores de contágio. Ela é desencadeada pelo vírus Morbilivirus e gera uma inflamação generalizada dos vasos sanguíneos. Seus sintomas são febre alta, tosse, coriza, conjuntivite, fotofobia, manchas brancas na mucosa da boca e manchas avermelhadas que iniciam no rosto e atrás das orelhas e se espalham pelo restante do corpo.

 

Não existe cura para o sarampo, apenas cuidados paliativos para conter seus sintomas. A diferença primordial entre a catapora e sarampo é que o vírus desta segunda é bastante agressivo e compromete a resistência do paciente. Essa baixa imunológica pode prejudicar o funcionamento do sistema respiratório, do sistema nervoso central, causar otites e doenças gastrointestinais. Por isso, o cuidado com pessoas subnutridas ou com resistência imunológica baixa devem ser redobrados.

 

Para se ter uma ideia, antes da vacina começar a ser utilizada no Brasil, na década de 1960, muitos pacientes morriam de sarampo por complicações respiratórias, como pneumonia e, por estarem com o organismo debilitado, eram portas abertas para serem infectados por outras as doenças virais ou bacterianas.

 

Assim como acontece com a catapora, a vacina é a única forma de prevenir o sarampo. O Ministério da Saúde recomenda que as crianças recebam a primeira dose (tríplice viral) com um ano de idade e com um ano e três meses, a segunda (tetra viral). Quem não foi imunizado nesta faixa etária ainda pode ser vacinado – não existe limite de idade.

 

Confira mais informações no Calendário Nacional de Vacinação.

Não troque as bolas: apesar de facilmente confundidas, elas não são a mesma doença e exigem cuidados específicos.


 


Lesões na pele, febre, dores no corpo, alto contágio. Estas doenças costumam atingir crianças, são patologias distintas e requerem cuidados particulares.


 


 


Catapora


 


A doença é causada pelo vírus Herpesvirus varicellae – não à toa, também é conhecida como varicela. A transmissão acontece por contato com a secreção das feridas, saliva ou secreções respiratórias de alguém infectado. Embora possa ocorrer também na idade adulta, em geral, a catapora acontece em crianças de 2 a 8 anos de idade.


 


Os primeiros sintomas são febre, mal-estar, cansaço e falta de apetite. Depois de um ou dois dias, surgem pequenas manchas no tronco como “gotas de orvalho” que evoluem para bolhas cheias de líquido amarelado e se espalham para o rosto, braços e couro cabeludo. Ao longo do processo de cicatrização, essas bolhas formam crostas que provocam muita coceira.


 


Nesse estágio da doença, é crucial que o paciente não retire as “casquinhas” nem coce as lesões, diminuindo assim o risco de infeções por bactérias e a formação de cicatrizes. O período de contágio abrange desde o dia em que as primeiras marcas aparecem na pele até que todas as bolhas tenham esvaziado e se transformado em crostas.


 


Não existe tratamento contra a catapora, apenas cuidados para amenizar os sintomas. A vacina é a forma mais efetiva de prevenção – recomendada para crianças a partir de um ano e adultos com baixa imunidade.


 


PATROCINADORES

Assim que uma pessoa é infectada pelo Herpesvirus varicellae, ela será imune a vida toda à catapora. O problema é que ele sobrevive adormecido no organismo sem dar nenhum sinal ou sintoma e pode ser que em algum momento da vida adulta, se manifeste como herpes-zóster(cobreiro).


 


 


Sarampo


 


Em 2016, o Brasil recebeu um certificado de eliminação do vírus do sarampo. No entanto, essa doença infectocontagiosa voltou a ser alvo de preocupação – a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), mesma instituição que nos deu o certificado de erradicação do vírus, confirma mais de 2 mil casos de sarampo nas Américas (677 no Brasil) neste ano e, em conjunto com a Organização Mundial da Saúde, pede que os países intensifiquem as campanhas de vacinação para conter o avanço da enfermidade.


 


O sarampo é uma das doenças mais contagiosas que existem. Gotículas de saliva da fala, espirros, tosse ou mesmo da respiração de uma pessoa contaminada podem ser vetores de contágio. Ela é desencadeada pelo vírus Morbilivirus e gera uma inflamação generalizada dos vasos sanguíneos. Seus sintomas são febre alta, tosse, coriza, conjuntivite, fotofobia, manchas brancas na mucosa da boca e manchas avermelhadas que iniciam no rosto e atrás das orelhas e se espalham pelo restante do corpo.


 


Não existe cura para o sarampo, apenas cuidados paliativos para conter seus sintomas. A diferença primordial entre a catapora e sarampo é que o vírus desta segunda é bastante agressivo e compromete a resistência do paciente. Essa baixa imunológica pode prejudicar o funcionamento do sistema respiratório, do sistema nervoso central, causar otites e doenças gastrointestinais. Por isso, o cuidado com pessoas subnutridas ou com resistência imunológica baixa devem ser redobrados.


 


Para se ter uma ideia, antes da vacina começar a ser utilizada no Brasil, na década de 1960, muitos pacientes morriam de sarampo por complicações respiratórias, como pneumonia e, por estarem com o organismo debilitado, eram portas abertas para serem infectados por outras as doenças virais ou bacterianas.


 


Assim como acontece com a catapora, a vacina é a única forma de prevenir o sarampo. O Ministério da Saúde recomenda que as crianças recebam a primeira dose (tríplice viral) com um ano de idade e com um ano e três meses, a segunda (tetra viral). Quem não foi imunizado nesta faixa etária ainda pode ser vacinado – não existe limite de idade.


 


Confira mais informações no Calendário Nacional de Vacinação.


Não troque as bolas: apesar de facilmente confundidas, elas não são a mesma doença e exigem cuidados específicos.



Lesões na pele, febre, dores no corpo, alto contágio. Estas doenças costumam atingir crianças, são patologias distintas e requerem cuidados particulares.



Catapora



A doença é causada pelo vírus Herpesvirus varicellae – não à toa, também é conhecida como varicela. A transmissão acontece por contato com a secreção das feridas, saliva ou secreções respiratórias de alguém infectado. Embora possa ocorrer também na idade adulta, em geral, a catapora acontece em crianças de 2 a 8 anos de idade.



Os primeiros sintomas são febre, mal-estar, cansaço e falta de apetite. Depois de um ou dois dias, surgem pequenas manchas no tronco como “gotas de orvalho” que evoluem para bolhas cheias de líquido amarelado e se espalham para o rosto, braços e couro cabeludo. Ao longo do processo de cicatrização, essas bolhas formam crostas que provocam muita coceira.



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Nesse estágio da doença, é crucial que o paciente não retire as “casquinhas” nem coce as lesões, diminuindo assim o risco de infeções por bactérias e a formação de cicatrizes. O período de contágio abrange desde o dia em que as primeiras marcas aparecem na pele até que todas as bolhas tenham esvaziado e se transformado em crostas.



Não existe tratamento contra a catapora, apenas cuidados para amenizar os sintomas. A vacina é a forma mais efetiva de prevenção – recomendada para crianças a partir de um ano e adultos com baixa imunidade.



Assim que uma pessoa é infectada pelo Herpesvirus varicellae, ela será imune a vida toda à catapora. O problema é que ele sobrevive adormecido no organismo sem dar nenhum sinal ou sintoma e pode ser que em algum momento da vida adulta, se manifeste como herpes-zóster(cobreiro).



Sarampo



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Em 2016, o Brasil recebeu um certificado de eliminação do vírus do sarampo. No entanto, essa doença infectocontagiosa voltou a ser alvo de preocupação – a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), mesma instituição que nos deu o certificado de erradicação do vírus, confirma mais de 2 mil casos de sarampo nas Américas (677 no Brasil) neste ano e, em conjunto com a Organização Mundial da Saúde, pede que os países intensifiquem as campanhas de vacinação para conter o avanço da enfermidade.



O sarampo é uma das doenças mais contagiosas que existem. Gotículas de saliva da fala, espirros, tosse ou mesmo da respiração de uma pessoa contaminada podem ser vetores de contágio. Ela é desencadeada pelo vírus Morbilivirus e gera uma inflamação generalizada dos vasos sanguíneos. Seus sintomas são febre alta, tosse, coriza, conjuntivite, fotofobia, manchas brancas na mucosa da boca e manchas avermelhadas que iniciam no rosto e atrás das orelhas e se espalham pelo restante do corpo.



Não existe cura para o sarampo, apenas cuidados paliativos para conter seus sintomas. A diferença primordial entre a catapora e sarampo é que o vírus desta segunda é bastante agressivo e compromete a resistência do paciente. Essa baixa imunológica pode prejudicar o funcionamento do sistema respiratório, do sistema nervoso central, causar otites e doenças gastrointestinais. Por isso, o cuidado com pessoas subnutridas ou com resistência imunológica baixa devem ser redobrados.



Para se ter uma ideia, antes da vacina começar a ser utilizada no Brasil, na década de 1960, muitos pacientes morriam de sarampo por complicações respiratórias, como pneumonia e, por estarem com o organismo debilitado, eram portas abertas para serem infectados por outras as doenças virais ou bacterianas.



Assim como acontece com a catapora, a vacina é a única forma de prevenir o sarampo. O Ministério da Saúde recomenda que as crianças recebam a primeira dose (tríplice viral) com um ano de idade e com um ano e três meses, a segunda (tetra viral). Quem não foi imunizado nesta faixa etária ainda pode ser vacinado – não existe limite de idade.



Confira mais informações no Calendário Nacional de Vacinação.



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