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Trump ameaça impor mais US$ 500 bilhões em tarifas à China


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20/07/2018

Esta será a terceira barreira ao país asiático neste ano; FED reage com elevação da taxa de juros, para conter os efeitos inflacionários do protecionismo.

 

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou hoje que está “disposto” a impor 500 bilhões de dólares em tarifas às importações procedentes da China. Se a decisão for adiante, será a terceira bateria de barreiras comerciais levantadas pelos americanos ao comércio com o país asiático somente neste ano.

 

“Estamos pensando em uma quantidade enorme. Estou disposto a chegar aos 500 [bilhões de dólares]”, afirmou o líder americano em entrevista transmitida hoje pelo canal CNBC. “Não estou fazendo isso por política. Estou fazendo isso para fazer a coisa certa para o nosso país.”

 

Após semanas de negociações aparentemente inférteis, os Estados Unidos impuseram no início do mês tarifas de 25% sobre a importação de produtos mecânicos e tecnológicos chinese. O volume importado alcança 36 bilhões de dólares.

 

A medida provocou reação imediata de Pequim, que ameaçou adotou ações equivalentes. A China acusou também os Estados Unidos de iniciarem “a maior guerra comercial da história econômica”.

 

Uma segunda parcela de produtos chineses, cuja importação anual alcança 16 bilhões de dólares, está sob revisão e poderá ser alvo de  sobretaxas.

 

Além disso, na semana passada, o governo americano anunciou que está elaborando uma lista de produtos chineses, cuja importação totaliza 200 bilhões de dólares ao ano, que será alvo de novas tarifas. Com isso,  mais de 250 bilhões de dólares em produtos chineses importados estão ameaçados de sofrer novas barreiras comerciais.

 

Na entrevista divulgada hoje, Trump reiterou sua avaliação de que a China “está se aproveitando” dos Estados Unidos no intercâmbio comercial. “Não quero que eles tenham medo, quero que ajam bem”, afirmou. “Eu realmente gosto muito do presidente Xi [Jinping], mas isso era muito injusto”, completou.

 

 

Guerra comercial

 

O confronto com a China é o mais importante de todas as lutas comerciais que Trump iniciou. A situação gerou temores de que uma escalada da disputa possa prejudicar a economia global, afetando as cadeias de fornecimento de insumos para as empresas e forçando-as a paralisar seus investimentos e a encarecer seus produtos finais. O aumento da inflação é uma das consequências óbvias para o país que adota medidas protecionistas.

 

Em trechos da mesma entrevista, Trump criticou o Federal Reserve (Fed), o Banco Central americano, por ter aumentado sete vezes a taxa de juros básica e considerado pelo menos mais outros dois aumentos neste ano. Responsável pela política monetária, o FED teme a escalada inflacionária nos Estados Unidos. Suas decisões, porém, deverão reduzir as perspectivas de crescimento da economia americana.

 

O efeito dominó da guerra comercial americana já começa a ser percebido pelo mundo: ontem a União Européia anunciou barreiras à entrada de alumínio industrial estrangeiro no bloco. A medida pode afetar também os exportadores brasileiros. Para o bloco europeu, o fechamento do mercado americano implicaria numa “desova” de excedente dos países exportadores mundo a fora e, por isso, haveria a necessidade de se impor barreiras de proteção à indústria europeia.

Esta será a terceira barreira ao país asiático neste ano; FED reage com elevação da taxa de juros, para conter os efeitos inflacionários do protecionismo.


 


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou hoje que está “disposto” a impor 500 bilhões de dólares em tarifas às importações procedentes da China. Se a decisão for adiante, será a terceira bateria de barreiras comerciais levantadas pelos americanos ao comércio com o país asiático somente neste ano.


 


“Estamos pensando em uma quantidade enorme. Estou disposto a chegar aos 500 [bilhões de dólares]”, afirmou o líder americano em entrevista transmitida hoje pelo canal CNBC. “Não estou fazendo isso por política. Estou fazendo isso para fazer a coisa certa para o nosso país.”


 


Após semanas de negociações aparentemente inférteis, os Estados Unidos impuseram no início do mês tarifas de 25% sobre a importação de produtos mecânicos e tecnológicos chinese. O volume importado alcança 36 bilhões de dólares.


 


A medida provocou reação imediata de Pequim, que ameaçou adotou ações equivalentes. A China acusou também os Estados Unidos de iniciarem “a maior guerra comercial da história econômica”.


 


Uma segunda parcela de produtos chineses, cuja importação anual alcança 16 bilhões de dólares, está sob revisão e poderá ser alvo de  sobretaxas.


 


PATROCINADORES

Além disso, na semana passada, o governo americano anunciou que está elaborando uma lista de produtos chineses, cuja importação totaliza 200 bilhões de dólares ao ano, que será alvo de novas tarifas. Com isso,  mais de 250 bilhões de dólares em produtos chineses importados estão ameaçados de sofrer novas barreiras comerciais.


 


Na entrevista divulgada hoje, Trump reiterou sua avaliação de que a China “está se aproveitando” dos Estados Unidos no intercâmbio comercial. “Não quero que eles tenham medo, quero que ajam bem”, afirmou. “Eu realmente gosto muito do presidente Xi [Jinping], mas isso era muito injusto”, completou.


 


 


Guerra comercial


 


O confronto com a China é o mais importante de todas as lutas comerciais que Trump iniciou. A situação gerou temores de que uma escalada da disputa possa prejudicar a economia global, afetando as cadeias de fornecimento de insumos para as empresas e forçando-as a paralisar seus investimentos e a encarecer seus produtos finais. O aumento da inflação é uma das consequências óbvias para o país que adota medidas protecionistas.


 


Em trechos da mesma entrevista, Trump criticou o Federal Reserve (Fed), o Banco Central americano, por ter aumentado sete vezes a taxa de juros básica e considerado pelo menos mais outros dois aumentos neste ano. Responsável pela política monetária, o FED teme a escalada inflacionária nos Estados Unidos. Suas decisões, porém, deverão reduzir as perspectivas de crescimento da economia americana.


 


O efeito dominó da guerra comercial americana já começa a ser percebido pelo mundo: ontem a União Européia anunciou barreiras à entrada de alumínio industrial estrangeiro no bloco. A medida pode afetar também os exportadores brasileiros. Para o bloco europeu, o fechamento do mercado americano implicaria numa “desova” de excedente dos países exportadores mundo a fora e, por isso, haveria a necessidade de se impor barreiras de proteção à indústria europeia.


Esta será a terceira barreira ao país asiático neste ano; FED reage com elevação da taxa de juros, para conter os efeitos inflacionários do protecionismo.



O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou hoje que está “disposto” a impor 500 bilhões de dólares em tarifas às importações procedentes da China. Se a decisão for adiante, será a terceira bateria de barreiras comerciais levantadas pelos americanos ao comércio com o país asiático somente neste ano.



“Estamos pensando em uma quantidade enorme. Estou disposto a chegar aos 500 [bilhões de dólares]”, afirmou o líder americano em entrevista transmitida hoje pelo canal CNBC. “Não estou fazendo isso por política. Estou fazendo isso para fazer a coisa certa para o nosso país.”



Após semanas de negociações aparentemente inférteis, os Estados Unidos impuseram no início do mês tarifas de 25% sobre a importação de produtos mecânicos e tecnológicos chinese. O volume importado alcança 36 bilhões de dólares.



PATROCINADORES

A medida provocou reação imediata de Pequim, que ameaçou adotou ações equivalentes. A China acusou também os Estados Unidos de iniciarem “a maior guerra comercial da história econômica”.



Uma segunda parcela de produtos chineses, cuja importação anual alcança 16 bilhões de dólares, está sob revisão e poderá ser alvo de  sobretaxas.



Além disso, na semana passada, o governo americano anunciou que está elaborando uma lista de produtos chineses, cuja importação totaliza 200 bilhões de dólares ao ano, que será alvo de novas tarifas. Com isso,  mais de 250 bilhões de dólares em produtos chineses importados estão ameaçados de sofrer novas barreiras comerciais.



Na entrevista divulgada hoje, Trump reiterou sua avaliação de que a China “está se aproveitando” dos Estados Unidos no intercâmbio comercial. “Não quero que eles tenham medo, quero que ajam bem”, afirmou. “Eu realmente gosto muito do presidente Xi [Jinping], mas isso era muito injusto”, completou.



PATROCINADORES

Guerra comercial



O confronto com a China é o mais importante de todas as lutas comerciais que Trump iniciou. A situação gerou temores de que uma escalada da disputa possa prejudicar a economia global, afetando as cadeias de fornecimento de insumos para as empresas e forçando-as a paralisar seus investimentos e a encarecer seus produtos finais. O aumento da inflação é uma das consequências óbvias para o país que adota medidas protecionistas.



Em trechos da mesma entrevista, Trump criticou o Federal Reserve (Fed), o Banco Central americano, por ter aumentado sete vezes a taxa de juros básica e considerado pelo menos mais outros dois aumentos neste ano. Responsável pela política monetária, o FED teme a escalada inflacionária nos Estados Unidos. Suas decisões, porém, deverão reduzir as perspectivas de crescimento da economia americana.



O efeito dominó da guerra comercial americana já começa a ser percebido pelo mundo: ontem a União Européia anunciou barreiras à entrada de alumínio industrial estrangeiro no bloco. A medida pode afetar também os exportadores brasileiros. Para o bloco europeu, o fechamento do mercado americano implicaria numa “desova” de excedente dos países exportadores mundo a fora e, por isso, haveria a necessidade de se impor barreiras de proteção à indústria europeia.



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