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Pressão do Planalto fez Centrão procurar Alckmin


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20/07/2018

Governo Temer ameaçou retirar cargos do bloco caso apoiasse Ciro Gomes, do PDT; candidato do MDB, Meirelles, no entanto, foi preterido por tucano.

 

Na contramão da decisão fechada pelo Centrão de fechar apoio a Geraldo Alckmin (PSDB), o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e os presidentes do PP, senador Ciro Nogueira (PI), e do Solidariedade, deputado Paulo Pereira da Silva (SP), queriam chancelar um acordo em torno do pré-candidato do PDT, Ciro Gomes.

 

Eles alegavam que o tucano não decolaria nas pesquisas de intenção de voto e que nem mesmo chegaria ao segundo turno das eleições. A reportagem apurou, porém, que o Palácio do Planalto fez forte pressão para que o bloco não se unisse a Ciro. O pedetista chamou o presidente Michel Temer de “quadrilheiro” e “ladrão” e disse que ele seria preso.

 

O governo ameaçou tirar cargos de quem se unisse a Ciro, principalmente do PP, que comanda os Ministérios da Saúde, Cidades e Agricultura – com orçamentos que, juntos, somam 153,5 bilhões de reais -, além de ter o comando da Caixa.

 

Com 1% das intenções de voto, Henrique Meirelles (MDB) também conversou nos últimos dias com integrantes do Centrão, mas não obteve sucesso em sua ofensiva. O ex-ministro chegou a se reunir ontem com Maia. Antes, ofereceu a vice em sua chapa a Flávio Rocha (PRB), que desistiu de se candidatar ao Planalto.

 

A decisão do Centrão foi comemorada entre os tucanos. A estratégia de Alckmin sempre passou por atrair o maior número de partidos para sua aliança e, assim, garantir tempo extra na propaganda eleitoral na TV e no rádio.

 

Na reunião desta quinta-feira, 19, com dirigentes do bloco, Alckmin – que preside o PSDB – se comprometeu a fazer consultas nos estados para que o partido diminua o número de candidatos aos governos e apoie concorrentes do bloco. Hoje, a sigla tem entre 13 e 15 nomes próprios. No Rio, por exemplo, o PSDB deve agora fazer aliança com o ex-prefeito Eduardo Paes (DEM).

Governo Temer ameaçou retirar cargos do bloco caso apoiasse Ciro Gomes, do PDT; candidato do MDB, Meirelles, no entanto, foi preterido por tucano.


 


Na contramão da decisão fechada pelo Centrão de fechar apoio a Geraldo Alckmin (PSDB), o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e os presidentes do PP, senador Ciro Nogueira (PI), e do Solidariedade, deputado Paulo Pereira da Silva (SP), queriam chancelar um acordo em torno do pré-candidato do PDT, Ciro Gomes.


 


Eles alegavam que o tucano não decolaria nas pesquisas de intenção de voto e que nem mesmo chegaria ao segundo turno das eleições. A reportagem apurou, porém, que o Palácio do Planalto fez forte pressão para que o bloco não se unisse a Ciro. O pedetista chamou o presidente Michel Temer de “quadrilheiro” e “ladrão” e disse que ele seria preso.


 


PATROCINADORES

O governo ameaçou tirar cargos de quem se unisse a Ciro, principalmente do PP, que comanda os Ministérios da Saúde, Cidades e Agricultura – com orçamentos que, juntos, somam 153,5 bilhões de reais -, além de ter o comando da Caixa.


 


Com 1% das intenções de voto, Henrique Meirelles (MDB) também conversou nos últimos dias com integrantes do Centrão, mas não obteve sucesso em sua ofensiva. O ex-ministro chegou a se reunir ontem com Maia. Antes, ofereceu a vice em sua chapa a Flávio Rocha (PRB), que desistiu de se candidatar ao Planalto.


 


A decisão do Centrão foi comemorada entre os tucanos. A estratégia de Alckmin sempre passou por atrair o maior número de partidos para sua aliança e, assim, garantir tempo extra na propaganda eleitoral na TV e no rádio.


 


Na reunião desta quinta-feira, 19, com dirigentes do bloco, Alckmin – que preside o PSDB – se comprometeu a fazer consultas nos estados para que o partido diminua o número de candidatos aos governos e apoie concorrentes do bloco. Hoje, a sigla tem entre 13 e 15 nomes próprios. No Rio, por exemplo, o PSDB deve agora fazer aliança com o ex-prefeito Eduardo Paes (DEM).


Governo Temer ameaçou retirar cargos do bloco caso apoiasse Ciro Gomes, do PDT; candidato do MDB, Meirelles, no entanto, foi preterido por tucano.



Na contramão da decisão fechada pelo Centrão de fechar apoio a Geraldo Alckmin (PSDB), o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e os presidentes do PP, senador Ciro Nogueira (PI), e do Solidariedade, deputado Paulo Pereira da Silva (SP), queriam chancelar um acordo em torno do pré-candidato do PDT, Ciro Gomes.



Eles alegavam que o tucano não decolaria nas pesquisas de intenção de voto e que nem mesmo chegaria ao segundo turno das eleições. A reportagem apurou, porém, que o Palácio do Planalto fez forte pressão para que o bloco não se unisse a Ciro. O pedetista chamou o presidente Michel Temer de “quadrilheiro” e “ladrão” e disse que ele seria preso.



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O governo ameaçou tirar cargos de quem se unisse a Ciro, principalmente do PP, que comanda os Ministérios da Saúde, Cidades e Agricultura – com orçamentos que, juntos, somam 153,5 bilhões de reais -, além de ter o comando da Caixa.



Com 1% das intenções de voto, Henrique Meirelles (MDB) também conversou nos últimos dias com integrantes do Centrão, mas não obteve sucesso em sua ofensiva. O ex-ministro chegou a se reunir ontem com Maia. Antes, ofereceu a vice em sua chapa a Flávio Rocha (PRB), que desistiu de se candidatar ao Planalto.



A decisão do Centrão foi comemorada entre os tucanos. A estratégia de Alckmin sempre passou por atrair o maior número de partidos para sua aliança e, assim, garantir tempo extra na propaganda eleitoral na TV e no rádio.



Na reunião desta quinta-feira, 19, com dirigentes do bloco, Alckmin – que preside o PSDB – se comprometeu a fazer consultas nos estados para que o partido diminua o número de candidatos aos governos e apoie concorrentes do bloco. Hoje, a sigla tem entre 13 e 15 nomes próprios. No Rio, por exemplo, o PSDB deve agora fazer aliança com o ex-prefeito Eduardo Paes (DEM).



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