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Esporte

França bate Croácia e conquista bicampeonato mundial


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15/07/2018

Em jogo cheio de gols, melhor para os franceses no estádio Luzhniki.

 

O maior número de gols em uma decisão de Copa do Mundo em 52 anos, o primeiro gol contra da história, o primeiro pênalti marcado com auxílio de tecnologia e um frango inesquecível. Em uma das melhores decisões da história dos Mundiais, a França venceu a Croácia por 4 a 2, na tarde deste domingo, e sagrou-se bicampeã mundial de futebol, em uma exibição de gala para 78.011 torcedores no estádio Luzhniki, em Moscou.

 

O troféu erguido pelo capitão Hugo Lloris chega 20 anos depois da primeira conquista dos franceses, que venceram o Brasil por 3 a 0, em 1998, em casa. Com o título, os franceses se igualam a Argentina e Uruguai com duas taças. Responsável por erguer a taça na primeira ocasião, o atual técnico Didier Deschamps entra para o seleto grupo de campeões como jogador e treinador, ao lado de Zagallo e Franz Beckenbauer.

 

O título brinda um dos times mais jovens e regulares desta Copa do Mundo. A França chega ao título com seis vitórias e um empate, passando por grandes times como Argentina, Uruguai e Bélgica. Aos 19 anos e com quatro gols, Mbappé sai da Rússia como uma das estrelas do futebol mundial, assim como Griezmann, terceiro melhor jogador do mundo no ano passado e que, com quatro gols, se credencia na disputa para o Prêmio Fifa, em setembro. O camisa sete, que cobrou a falta do primeiro gol e marcou de pênalti, foi eleito o melhor da partida.

 

Se as últimas três decisões de Copa do Mundo são lembradas pela forte marcação, gols milagrosos e decisão nos detalhes, o jogo no Luzhniki foi o oposto. Em campo, dois times que não tiveram medo de atacar e propor jogo. França e Croácia entregaram ao público o melhor do que ofereceram nos seis jogos anteriores.

 

Quem esperava um time croata cansado depois de três prorrogações contra Dinamarca, Rússia e Inglaterra, surpreendeu-se com o domínio no início. Nos primeiros 20min, o time croata teve 60% da posse de bola, mas não conseguiu incomodar Lloris. Já os franceses, no primeiro chute ao gol do jogo, abriram o placar. Griezmann sofreu falta de Brozovic. Ele mesmo cobrou para o meio da área e Mandzukic, herói da classificação croata, cabeceou para trás, marcando o primeiro gol contra da história das decisões da Copa: 1 a 0.

 

Os croatas não desistiram. Aos 28in, o zagueiro Vida ajeitou para Perisic, que ajeitou e bateu forte de esquerda para empatar a partida: 1 a 1.

 

Com dois gols em meia hora – e com direito ao primeiro gol contra das decisões –, a partida já caminhava para ser histórica. Aos 33min, outro lance marcante. Depois de escanteio, a defesa croata tocou com a mão na bola. O argentino Néstor Pitana pediu o auxílio do VAR e, em seguida, marcou o primeiro pênalti com auxílio de tecnologia das finais de Copa. Griezmann cobrou com segurança e marcou seu quarto gol no Mundial: 2 a 1.

 

Com três gols no primeiro tempo, a decisão deste domingo já tinha a maior quantidade de gols desde 1990, empatada com a decisão de 1998, e mais gols no tempo normal que as três últimas finais.  

 

 

Segundo tempo

 

Didier Deschamps e Zlatko Dalic não mexeram nos times no intervalo, mas a França voltou melhor. Aos 10min, o volante N’golo Kanté, um dos melhores jogadores desta Copa, foi trocado por Nzonzi, já que recebeu amarelo no primeiro tempo. 

 

Em seguida, a França passou a mandar no jogo. Aos 14min, Griezmann ajeitou para Pogba, que acertou um lindo chute da entrada da área sem chances para Subasic: 3 a 1. Aos 20min, contra uma Croácia entregue, Mbappé recebeu da entrada da área e acertou o canto: 4 a 1.

 

A Croácia teve um último respiro. Aos 24min, Lloris vacilou em frente ao atacante Mandzukic, que tocou na bola com a ponta da chuteira para diminuir: 4 a 2. Nos últimos minutos, a Croácia tentou batalhar, mas Deschamps fechou a frente do gol e os franceses seguraram o placar.

 

Ao apito final do árbitro Néstor Pitana, os franceses correram para o abraço. A torcida croata reconheceu o esforço de seus jogadores, que levaram o país à primeira decisão da história.

Em jogo cheio de gols, melhor para os franceses no estádio Luzhniki.


 


O maior número de gols em uma decisão de Copa do Mundo em 52 anos, o primeiro gol contra da história, o primeiro pênalti marcado com auxílio de tecnologia e um frango inesquecível. Em uma das melhores decisões da história dos Mundiais, a França venceu a Croácia por 4 a 2, na tarde deste domingo, e sagrou-se bicampeã mundial de futebol, em uma exibição de gala para 78.011 torcedores no estádio Luzhniki, em Moscou.


 


O troféu erguido pelo capitão Hugo Lloris chega 20 anos depois da primeira conquista dos franceses, que venceram o Brasil por 3 a 0, em 1998, em casa. Com o título, os franceses se igualam a Argentina e Uruguai com duas taças. Responsável por erguer a taça na primeira ocasião, o atual técnico Didier Deschamps entra para o seleto grupo de campeões como jogador e treinador, ao lado de Zagallo e Franz Beckenbauer.


 


O título brinda um dos times mais jovens e regulares desta Copa do Mundo. A França chega ao título com seis vitórias e um empate, passando por grandes times como Argentina, Uruguai e Bélgica. Aos 19 anos e com quatro gols, Mbappé sai da Rússia como uma das estrelas do futebol mundial, assim como Griezmann, terceiro melhor jogador do mundo no ano passado e que, com quatro gols, se credencia na disputa para o Prêmio Fifa, em setembro. O camisa sete, que cobrou a falta do primeiro gol e marcou de pênalti, foi eleito o melhor da partida.


 


Se as últimas três decisões de Copa do Mundo são lembradas pela forte marcação, gols milagrosos e decisão nos detalhes, o jogo no Luzhniki foi o oposto. Em campo, dois times que não tiveram medo de atacar e propor jogo. França e Croácia entregaram ao público o melhor do que ofereceram nos seis jogos anteriores.


 


Quem esperava um time croata cansado depois de três prorrogações contra Dinamarca, Rússia e Inglaterra, surpreendeu-se com o domínio no início. Nos primeiros 20min, o time croata teve 60% da posse de bola, mas não conseguiu incomodar Lloris. Já os franceses, no primeiro chute ao gol do jogo, abriram o placar. Griezmann sofreu falta de Brozovic. Ele mesmo cobrou para o meio da área e Mandzukic, herói da classificação croata, cabeceou para trás, marcando o primeiro gol contra da história das decisões da Copa: 1 a 0.


 


Os croatas não desistiram. Aos 28in, o zagueiro Vida ajeitou para Perisic, que ajeitou e bateu forte de esquerda para empatar a partida: 1 a 1.


 


PATROCINADORES

Com dois gols em meia hora – e com direito ao primeiro gol contra das decisões –, a partida já caminhava para ser histórica. Aos 33min, outro lance marcante. Depois de escanteio, a defesa croata tocou com a mão na bola. O argentino Néstor Pitana pediu o auxílio do VAR e, em seguida, marcou o primeiro pênalti com auxílio de tecnologia das finais de Copa. Griezmann cobrou com segurança e marcou seu quarto gol no Mundial: 2 a 1.


 


Com três gols no primeiro tempo, a decisão deste domingo já tinha a maior quantidade de gols desde 1990, empatada com a decisão de 1998, e mais gols no tempo normal que as três últimas finais.  


 


 


Segundo tempo


 


Didier Deschamps e Zlatko Dalic não mexeram nos times no intervalo, mas a França voltou melhor. Aos 10min, o volante N’golo Kanté, um dos melhores jogadores desta Copa, foi trocado por Nzonzi, já que recebeu amarelo no primeiro tempo. 


 


Em seguida, a França passou a mandar no jogo. Aos 14min, Griezmann ajeitou para Pogba, que acertou um lindo chute da entrada da área sem chances para Subasic: 3 a 1. Aos 20min, contra uma Croácia entregue, Mbappé recebeu da entrada da área e acertou o canto: 4 a 1.


 


A Croácia teve um último respiro. Aos 24min, Lloris vacilou em frente ao atacante Mandzukic, que tocou na bola com a ponta da chuteira para diminuir: 4 a 2. Nos últimos minutos, a Croácia tentou batalhar, mas Deschamps fechou a frente do gol e os franceses seguraram o placar.


 


Ao apito final do árbitro Néstor Pitana, os franceses correram para o abraço. A torcida croata reconheceu o esforço de seus jogadores, que levaram o país à primeira decisão da história.


Em jogo cheio de gols, melhor para os franceses no estádio Luzhniki.



O maior número de gols em uma decisão de Copa do Mundo em 52 anos, o primeiro gol contra da história, o primeiro pênalti marcado com auxílio de tecnologia e um frango inesquecível. Em uma das melhores decisões da história dos Mundiais, a França venceu a Croácia por 4 a 2, na tarde deste domingo, e sagrou-se bicampeã mundial de futebol, em uma exibição de gala para 78.011 torcedores no estádio Luzhniki, em Moscou.



O troféu erguido pelo capitão Hugo Lloris chega 20 anos depois da primeira conquista dos franceses, que venceram o Brasil por 3 a 0, em 1998, em casa. Com o título, os franceses se igualam a Argentina e Uruguai com duas taças. Responsável por erguer a taça na primeira ocasião, o atual técnico Didier Deschamps entra para o seleto grupo de campeões como jogador e treinador, ao lado de Zagallo e Franz Beckenbauer.



O título brinda um dos times mais jovens e regulares desta Copa do Mundo. A França chega ao título com seis vitórias e um empate, passando por grandes times como Argentina, Uruguai e Bélgica. Aos 19 anos e com quatro gols, Mbappé sai da Rússia como uma das estrelas do futebol mundial, assim como Griezmann, terceiro melhor jogador do mundo no ano passado e que, com quatro gols, se credencia na disputa para o Prêmio Fifa, em setembro. O camisa sete, que cobrou a falta do primeiro gol e marcou de pênalti, foi eleito o melhor da partida.



Se as últimas três decisões de Copa do Mundo são lembradas pela forte marcação, gols milagrosos e decisão nos detalhes, o jogo no Luzhniki foi o oposto. Em campo, dois times que não tiveram medo de atacar e propor jogo. França e Croácia entregaram ao público o melhor do que ofereceram nos seis jogos anteriores.



PATROCINADORES

Quem esperava um time croata cansado depois de três prorrogações contra Dinamarca, Rússia e Inglaterra, surpreendeu-se com o domínio no início. Nos primeiros 20min, o time croata teve 60% da posse de bola, mas não conseguiu incomodar Lloris. Já os franceses, no primeiro chute ao gol do jogo, abriram o placar. Griezmann sofreu falta de Brozovic. Ele mesmo cobrou para o meio da área e Mandzukic, herói da classificação croata, cabeceou para trás, marcando o primeiro gol contra da história das decisões da Copa: 1 a 0.



Os croatas não desistiram. Aos 28in, o zagueiro Vida ajeitou para Perisic, que ajeitou e bateu forte de esquerda para empatar a partida: 1 a 1.



Com dois gols em meia hora – e com direito ao primeiro gol contra das decisões –, a partida já caminhava para ser histórica. Aos 33min, outro lance marcante. Depois de escanteio, a defesa croata tocou com a mão na bola. O argentino Néstor Pitana pediu o auxílio do VAR e, em seguida, marcou o primeiro pênalti com auxílio de tecnologia das finais de Copa. Griezmann cobrou com segurança e marcou seu quarto gol no Mundial: 2 a 1.



Com três gols no primeiro tempo, a decisão deste domingo já tinha a maior quantidade de gols desde 1990, empatada com a decisão de 1998, e mais gols no tempo normal que as três últimas finais.  



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Segundo tempo



Didier Deschamps e Zlatko Dalic não mexeram nos times no intervalo, mas a França voltou melhor. Aos 10min, o volante N’golo Kanté, um dos melhores jogadores desta Copa, foi trocado por Nzonzi, já que recebeu amarelo no primeiro tempo. 



Em seguida, a França passou a mandar no jogo. Aos 14min, Griezmann ajeitou para Pogba, que acertou um lindo chute da entrada da área sem chances para Subasic: 3 a 1. Aos 20min, contra uma Croácia entregue, Mbappé recebeu da entrada da área e acertou o canto: 4 a 1.



A Croácia teve um último respiro. Aos 24min, Lloris vacilou em frente ao atacante Mandzukic, que tocou na bola com a ponta da chuteira para diminuir: 4 a 2. Nos últimos minutos, a Croácia tentou batalhar, mas Deschamps fechou a frente do gol e os franceses seguraram o placar.



Ao apito final do árbitro Néstor Pitana, os franceses correram para o abraço. A torcida croata reconheceu o esforço de seus jogadores, que levaram o país à primeira decisão da história.



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