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O que são aquelas formas estranhas que vemos flutuando nos olhos?


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25/04/2018

Se você experimentar olhar para o céu azul ou paredes de ambientes bem iluminados certamente experimentará um fenômeno conhecido como “moscas volantes”.

 

Ele consiste no aparecimento de objetos pequenos e estranhos que se movimentam de acordo com os olhos. Eles possuem formatos aleatórios, podendo variar entre manchas mais simples, teias de aranha pontos e formas cilíndricas. Embora sejam confundidos com ilusões de ótica, eles realmente são percebidos pelos olhos e ocorrem devido a diferentes causas.

 

Conforme apontado pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia, na maioria das vezes, essas moscas volantes são causas pelo vítreo, um fluído gelatinoso que preenche o globo ocular. Conforme este envelhece, contrai-se, separando-se da retina em alguns pontos, mas sem necessariamente causar danos à visão. As moscas volantes então, que nada mais são do que proteínas ou minúsculas partículas de vítreo condensadas são formadas durante este processo de descolamento.

 

Embora pareçam estar na frente de nossos olhos, elas de fato estão flutuando dentro do vítreo e sequer interferem no campo de visão. No entanto, são capazes de bloquear a luz e lançar sombras na retina, na parte posterior do olho onde as imagens são formadas.

 

Mais frequentemente comum em pessoas acima dos 45 anos ou qualquer uma que tenha miopia, as moscas volantes não estão associadas a problemas sérios de visão, e, portanto, não requerem tratamento, uma vez que tendem a diminuir com o passar do tempo. Porém, se elas forem resultados de um sintoma de rasgo, devem ser tratadas a fim de evitar o descolamento da retina, um problema que pode resultar em cegueira.

 

 

Curiosidades sobre as “moscas volantes”

 

O termo “moscas volantes” vem do latim “muscae volitantes”, uma vez que há mais de 2.000 anos, na Roma antiga, o problema foi descrito como tal;

 

Se as moscas volantes ficassem paradas ao invés de flutuar não seríamos capazes de vê-las, já que nosso cérebro é ajustado para nunca ver coisas “fixas” na frente da retina, como os vasos sanguíneos, por exemplo;

 

A razão pela qual podemos vê-las melhor quando olhamos para o céu é porque a pupila se contrai, fazendo com que as moscas volantes fiquem mais aparentes;

 

Algumas das moscas volantes individuais, muitas vezes, não vão mudar muito ao longo da vida, mantendo a mesma forma e tamanho para sempre.

Se você experimentar olhar para o céu azul ou paredes de ambientes bem iluminados certamente experimentará um fenômeno conhecido como “moscas volantes”.


 


Ele consiste no aparecimento de objetos pequenos e estranhos que se movimentam de acordo com os olhos. Eles possuem formatos aleatórios, podendo variar entre manchas mais simples, teias de aranha pontos e formas cilíndricas. Embora sejam confundidos com ilusões de ótica, eles realmente são percebidos pelos olhos e ocorrem devido a diferentes causas.


 


Conforme apontado pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia, na maioria das vezes, essas moscas volantes são causas pelo vítreo, um fluído gelatinoso que preenche o globo ocular. Conforme este envelhece, contrai-se, separando-se da retina em alguns pontos, mas sem necessariamente causar danos à visão. As moscas volantes então, que nada mais são do que proteínas ou minúsculas partículas de vítreo condensadas são formadas durante este processo de descolamento.


 


Embora pareçam estar na frente de nossos olhos, elas de fato estão flutuando dentro do vítreo e sequer interferem no campo de visão. No entanto, são capazes de bloquear a luz e lançar sombras na retina, na parte posterior do olho onde as imagens são formadas.


 


Mais frequentemente comum em pessoas acima dos 45 anos ou qualquer uma que tenha miopia, as moscas volantes não estão associadas a problemas sérios de visão, e, portanto, não requerem tratamento, uma vez que tendem a diminuir com o passar do tempo. Porém, se elas forem resultados de um sintoma de rasgo, devem ser tratadas a fim de evitar o descolamento da retina, um problema que pode resultar em cegueira.


 


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Curiosidades sobre as “moscas volantes”


 


O termo “moscas volantes” vem do latim “muscae volitantes”, uma vez que há mais de 2.000 anos, na Roma antiga, o problema foi descrito como tal;


 


Se as moscas volantes ficassem paradas ao invés de flutuar não seríamos capazes de vê-las, já que nosso cérebro é ajustado para nunca ver coisas “fixas” na frente da retina, como os vasos sanguíneos, por exemplo;


 


A razão pela qual podemos vê-las melhor quando olhamos para o céu é porque a pupila se contrai, fazendo com que as moscas volantes fiquem mais aparentes;


 


Algumas das moscas volantes individuais, muitas vezes, não vão mudar muito ao longo da vida, mantendo a mesma forma e tamanho para sempre.


Se você experimentar olhar para o céu azul ou paredes de ambientes bem iluminados certamente experimentará um fenômeno conhecido como “moscas volantes”.



Ele consiste no aparecimento de objetos pequenos e estranhos que se movimentam de acordo com os olhos. Eles possuem formatos aleatórios, podendo variar entre manchas mais simples, teias de aranha pontos e formas cilíndricas. Embora sejam confundidos com ilusões de ótica, eles realmente são percebidos pelos olhos e ocorrem devido a diferentes causas.



Conforme apontado pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia, na maioria das vezes, essas moscas volantes são causas pelo vítreo, um fluído gelatinoso que preenche o globo ocular. Conforme este envelhece, contrai-se, separando-se da retina em alguns pontos, mas sem necessariamente causar danos à visão. As moscas volantes então, que nada mais são do que proteínas ou minúsculas partículas de vítreo condensadas são formadas durante este processo de descolamento.



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Embora pareçam estar na frente de nossos olhos, elas de fato estão flutuando dentro do vítreo e sequer interferem no campo de visão. No entanto, são capazes de bloquear a luz e lançar sombras na retina, na parte posterior do olho onde as imagens são formadas.



Mais frequentemente comum em pessoas acima dos 45 anos ou qualquer uma que tenha miopia, as moscas volantes não estão associadas a problemas sérios de visão, e, portanto, não requerem tratamento, uma vez que tendem a diminuir com o passar do tempo. Porém, se elas forem resultados de um sintoma de rasgo, devem ser tratadas a fim de evitar o descolamento da retina, um problema que pode resultar em cegueira.



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O termo “moscas volantes” vem do latim “muscae volitantes”, uma vez que há mais de 2.000 anos, na Roma antiga, o problema foi descrito como tal;



Se as moscas volantes ficassem paradas ao invés de flutuar não seríamos capazes de vê-las, já que nosso cérebro é ajustado para nunca ver coisas “fixas” na frente da retina, como os vasos sanguíneos, por exemplo;



A razão pela qual podemos vê-las melhor quando olhamos para o céu é porque a pupila se contrai, fazendo com que as moscas volantes fiquem mais aparentes;



Algumas das moscas volantes individuais, muitas vezes, não vão mudar muito ao longo da vida, mantendo a mesma forma e tamanho para sempre.



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