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Exército apreende em Minas 7 toneladas de explosivos


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25/04/2018

Força coordena mais uma operação de fiscalização iniciada ontem em todo o país. Em Minas, a ação levou à apreensão de 7 toneladas de produto de alta potência e 1,6 mil espoletas eletrônicas.

 

Sete toneladas de explosivos Anfa, de alta potência, e 1,6 mil espoletas eletrônicas foram apreendidas ontem em operação coordenada pelo Exército em indústrias, respectivamente, de São Sebastião do Oeste e Sabará. Ambosos materiais estavam com prazo de validade vencido.

 

A ação fez parte da Operação Rastilho IV, que visa intensificara fiscalização de explosivos e produtos correlatos – como dinamites, estopins, espoletas pirotécnicas e cordéis detonantes – em todo o país. De acordo com balanço do Exército, em Minas, foram fiscalizadas 24 empresas de 18 municípios na operação, que envolveu 43 militares da força e 49 agentes da Segurança Pública estadual e municipais. A operação vai até sexta-feira.

 

Na última ação do tipo,em março, foram apreendidas 17 toneladas de explosivos na Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins, além do Distrito Federal. Os principais problemas foram relacionados à documentação, ao transporte e ao armazenamento inadequado dos produtos.

 

O protocolo seguido pela operação compreende diferentes agências militares, que trabalham em conjunto. A Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados (DFPC), por intermédio do Centro de Operações de Produtos Controlados (Copcon), ambos órgãos vinculados às Forças Armadas, faz o mapeamento das entidades suspeitas. Já o operacional é de responsabilidade de agências governamentais, nos níveis municipal, estadual e federal.

 

“O papel do Exército é fiscalizar todos os que têm o certificado de registro – documento necessário para que a pessoa física ou jurídica possa exercer qualquer tipo de atividade com produto controlado, inclusive os explosivos. Se encontrar alguma irregularidade, avisamos ao órgão responsável. É uma operação de interagências”, afirma o capitão Moraes, vinculado à seção de relações institucionais da DFPC.

 

Além de explosivos, a Rastilho IV compreende diferentes materiais classificados como “produtos controlados”. A lista inclui armas de fogo, acessórios, armamento químico, detonadores e vários tipos de compostos químicos e itens militares. A regulamentação segue as diretrizes do Decreto 3.665/2000, editado durante o governo do então presidente Fernando Henrique Cardoso.


Segundo o Exército, a Operação Rastilho IV abrange todas as 12 regiões militares e mira 750 entidades espalhadas pelo país. O esforço movimenta cerca de mil profissionais, segundo as Forças Armadas. Ações semelhantes ocorrem desde 2015.

 

De acordo com a 4ª Região Militar, responsável por todo o estado de Minas Gerais, com exceção do Triângulo Mineiro, uma nova operação está planejada para hoje. O local, entretanto, é sigiloso, de acordo com o protocolo interno adotado pela instituição, para impedir que possíveis agentes irregulares se antecipem à ação dos militares.

 

 

Caixas eletrônicos

 

Esses explosivos têm sido usados por diferentes quadrilhas para explodir caixas eletrônicos em Minas Gerais. Somente em março, o Estado de Minas noticiou ataques contra oito agências bancárias, espalhadas por diferentes regiões do estado. No total, foram quatro explosões no Sul, duas no Centro-Oeste, uma no Médio Jequitinhonha e outra no Triângulo Mineiro.


Com intuito de coibir crimes deste tipo, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) desencadeou a Operação Blindado, no dia 17, nas cidades de Montes Claros, Bocaiuva, Francisco Sá e Janaúba. Na ocasião, foram cumpridos 67 mandados judiciais contra suspeitos. Em 2017, ocorreram em média 13 ataques a bancos mês no estado.


Em um dos últimos ataques de 2017, moradores de Pompéu, no Centro-Oeste de Minas Gerais, viveram uma terça-feira de pânico. Criminosos fortemente armados invadiram a cidade na madrugada de 5 de dezembro, atacaram um banco, atiraram contra o quartel da PM e mataram um policial, um morador e feriram outro militar.

Força coordena mais uma operação de fiscalização iniciada ontem em todo o país. Em Minas, a ação levou à apreensão de 7 toneladas de produto de alta potência e 1,6 mil espoletas eletrônicas.


 


Sete toneladas de explosivos Anfa, de alta potência, e 1,6 mil espoletas eletrônicas foram apreendidas ontem em operação coordenada pelo Exército em indústrias, respectivamente, de São Sebastião do Oeste e Sabará. Ambosos materiais estavam com prazo de validade vencido.


 


A ação fez parte da Operação Rastilho IV, que visa intensificara fiscalização de explosivos e produtos correlatos – como dinamites, estopins, espoletas pirotécnicas e cordéis detonantes – em todo o país. De acordo com balanço do Exército, em Minas, foram fiscalizadas 24 empresas de 18 municípios na operação, que envolveu 43 militares da força e 49 agentes da Segurança Pública estadual e municipais. A operação vai até sexta-feira.


 


Na última ação do tipo,em março, foram apreendidas 17 toneladas de explosivos na Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins, além do Distrito Federal. Os principais problemas foram relacionados à documentação, ao transporte e ao armazenamento inadequado dos produtos.


 


O protocolo seguido pela operação compreende diferentes agências militares, que trabalham em conjunto. A Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados (DFPC), por intermédio do Centro de Operações de Produtos Controlados (Copcon), ambos órgãos vinculados às Forças Armadas, faz o mapeamento das entidades suspeitas. Já o operacional é de responsabilidade de agências governamentais, nos níveis municipal, estadual e federal.


 


“O papel do Exército é fiscalizar todos os que têm o certificado de registro – documento necessário para que a pessoa física ou jurídica possa exercer qualquer tipo de atividade com produto controlado, inclusive os explosivos. Se encontrar alguma irregularidade, avisamos ao órgão responsável. É uma operação de interagências”, afirma o capitão Moraes, vinculado à seção de relações institucionais da DFPC.


PATROCINADORES

 


Além de explosivos, a Rastilho IV compreende diferentes materiais classificados como “produtos controlados”. A lista inclui armas de fogo, acessórios, armamento químico, detonadores e vários tipos de compostos químicos e itens militares. A regulamentação segue as diretrizes do Decreto 3.665/2000, editado durante o governo do então presidente Fernando Henrique Cardoso.



Segundo o Exército, a Operação Rastilho IV abrange todas as 12 regiões militares e mira 750 entidades espalhadas pelo país. O esforço movimenta cerca de mil profissionais, segundo as Forças Armadas. Ações semelhantes ocorrem desde 2015.


 


De acordo com a 4ª Região Militar, responsável por todo o estado de Minas Gerais, com exceção do Triângulo Mineiro, uma nova operação está planejada para hoje. O local, entretanto, é sigiloso, de acordo com o protocolo interno adotado pela instituição, para impedir que possíveis agentes irregulares se antecipem à ação dos militares.


 


 


Caixas eletrônicos


 


Esses explosivos têm sido usados por diferentes quadrilhas para explodir caixas eletrônicos em Minas Gerais. Somente em março, o Estado de Minas noticiou ataques contra oito agências bancárias, espalhadas por diferentes regiões do estado. No total, foram quatro explosões no Sul, duas no Centro-Oeste, uma no Médio Jequitinhonha e outra no Triângulo Mineiro.



Com intuito de coibir crimes deste tipo, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) desencadeou a Operação Blindado, no dia 17, nas cidades de Montes Claros, Bocaiuva, Francisco Sá e Janaúba. Na ocasião, foram cumpridos 67 mandados judiciais contra suspeitos. Em 2017, ocorreram em média 13 ataques a bancos mês no estado.



Em um dos últimos ataques de 2017, moradores de Pompéu, no Centro-Oeste de Minas Gerais, viveram uma terça-feira de pânico. Criminosos fortemente armados invadiram a cidade na madrugada de 5 de dezembro, atacaram um banco, atiraram contra o quartel da PM e mataram um policial, um morador e feriram outro militar.


Força coordena mais uma operação de fiscalização iniciada ontem em todo o país. Em Minas, a ação levou à apreensão de 7 toneladas de produto de alta potência e 1,6 mil espoletas eletrônicas.



Sete toneladas de explosivos Anfa, de alta potência, e 1,6 mil espoletas eletrônicas foram apreendidas ontem em operação coordenada pelo Exército em indústrias, respectivamente, de São Sebastião do Oeste e Sabará. Ambosos materiais estavam com prazo de validade vencido.



A ação fez parte da Operação Rastilho IV, que visa intensificara fiscalização de explosivos e produtos correlatos – como dinamites, estopins, espoletas pirotécnicas e cordéis detonantes – em todo o país. De acordo com balanço do Exército, em Minas, foram fiscalizadas 24 empresas de 18 municípios na operação, que envolveu 43 militares da força e 49 agentes da Segurança Pública estadual e municipais. A operação vai até sexta-feira.



Na última ação do tipo,em março, foram apreendidas 17 toneladas de explosivos na Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins, além do Distrito Federal. Os principais problemas foram relacionados à documentação, ao transporte e ao armazenamento inadequado dos produtos.



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O protocolo seguido pela operação compreende diferentes agências militares, que trabalham em conjunto. A Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados (DFPC), por intermédio do Centro de Operações de Produtos Controlados (Copcon), ambos órgãos vinculados às Forças Armadas, faz o mapeamento das entidades suspeitas. Já o operacional é de responsabilidade de agências governamentais, nos níveis municipal, estadual e federal.



“O papel do Exército é fiscalizar todos os que têm o certificado de registro – documento necessário para que a pessoa física ou jurídica possa exercer qualquer tipo de atividade com produto controlado, inclusive os explosivos. Se encontrar alguma irregularidade, avisamos ao órgão responsável. É uma operação de interagências”, afirma o capitão Moraes, vinculado à seção de relações institucionais da DFPC.



Além de explosivos, a Rastilho IV compreende diferentes materiais classificados como “produtos controlados”. A lista inclui armas de fogo, acessórios, armamento químico, detonadores e vários tipos de compostos químicos e itens militares. A regulamentação segue as diretrizes do Decreto 3.665/2000, editado durante o governo do então presidente Fernando Henrique Cardoso.




Segundo o Exército, a Operação Rastilho IV abrange todas as 12 regiões militares e mira 750 entidades espalhadas pelo país. O esforço movimenta cerca de mil profissionais, segundo as Forças Armadas. Ações semelhantes ocorrem desde 2015.



PATROCINADORES

De acordo com a 4ª Região Militar, responsável por todo o estado de Minas Gerais, com exceção do Triângulo Mineiro, uma nova operação está planejada para hoje. O local, entretanto, é sigiloso, de acordo com o protocolo interno adotado pela instituição, para impedir que possíveis agentes irregulares se antecipem à ação dos militares.



Caixas eletrônicos



Esses explosivos têm sido usados por diferentes quadrilhas para explodir caixas eletrônicos em Minas Gerais. Somente em março, o Estado de Minas noticiou ataques contra oito agências bancárias, espalhadas por diferentes regiões do estado. No total, foram quatro explosões no Sul, duas no Centro-Oeste, uma no Médio Jequitinhonha e outra no Triângulo Mineiro.




Com intuito de coibir crimes deste tipo, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) desencadeou a Operação Blindado, no dia 17, nas cidades de Montes Claros, Bocaiuva, Francisco Sá e Janaúba. Na ocasião, foram cumpridos 67 mandados judiciais contra suspeitos. Em 2017, ocorreram em média 13 ataques a bancos mês no estado.




Em um dos últimos ataques de 2017, moradores de Pompéu, no Centro-Oeste de Minas Gerais, viveram uma terça-feira de pânico. Criminosos fortemente armados invadiram a cidade na madrugada de 5 de dezembro, atacaram um banco, atiraram contra o quartel da PM e mataram um policial, um morador e feriram outro militar.



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