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Ciência & Tecnologia

Óvulos humanos são desenvolvidos em laboratório pela primeira vez


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11/02/2018

Se estudo prosseguir e mostrar resultados positivos, a infertilidade pode tornar-se algo do passado.

 

Cientistas escoses e norte-americanos desenvolveram uma nova técnica para desenvolver óvulos em laboratório. Se o estudo continuar a progredir, pode ajudar muitas mulheres que sofrem com infertilidade.

 

A pesquisa, publicada no periódico Molecular Human Reproduction, relata o método, que consiste na extração dos óvulos do corpos das mulheres sem precisar implantar o tecido novamente.

 

Os cientistas fizeram o experimento com dez mulheres com idades entre 20 e 39 anos, retirando o tecido ovariano delas e o misturando com vários nutrientes, estimulando o desenvolvimento dos óvulos. Nove dos 48 óvulos utilizados na experiência conseguiram amadurecer durante o processo. 

 

Essa é a primeira vez que pesquisadores conseguem chegar nesse ponto de maturidade dos óvulos — antes disso não há como fertilizá-los. Outro ponto surpreendente foi o tempo do processo. Geralmente, os óvulos demoram cinco meses para amadurecer dentro do corpo. Os óvulos do laboratório, no entanto, demoraram apenas 22 dias.

 

Ainda não é possível saber se os óvulos são normais e se podem ser fertilizados com espermatozóides para formar um embrião saudável. Os cientistas ressaltam também o fato de uma das células ejetadas nas etapas finais do desenvolvimento do óvulo ser maior do que o esperado nos experimento do laboratório. 

 

Segundo os pesquisadores, o próximo passo do estudo será fertilizar os óvulos e testar os embriões que foram produzidos, para então reavaliar cada passo do processo.

Se estudo prosseguir e mostrar resultados positivos, a infertilidade pode tornar-se algo do passado.


 


Cientistas escoses e norte-americanos desenvolveram uma nova técnica para desenvolver óvulos em laboratório. Se o estudo continuar a progredir, pode ajudar muitas mulheres que sofrem com infertilidade.


 


A pesquisa, publicada no periódico Molecular Human Reproduction, relata o método, que consiste na extração dos óvulos do corpos das mulheres sem precisar implantar o tecido novamente.


 


PATROCINADORES

Os cientistas fizeram o experimento com dez mulheres com idades entre 20 e 39 anos, retirando o tecido ovariano delas e o misturando com vários nutrientes, estimulando o desenvolvimento dos óvulos. Nove dos 48 óvulos utilizados na experiência conseguiram amadurecer durante o processo. 


 


Essa é a primeira vez que pesquisadores conseguem chegar nesse ponto de maturidade dos óvulos — antes disso não há como fertilizá-los. Outro ponto surpreendente foi o tempo do processo. Geralmente, os óvulos demoram cinco meses para amadurecer dentro do corpo. Os óvulos do laboratório, no entanto, demoraram apenas 22 dias.


 


Ainda não é possível saber se os óvulos são normais e se podem ser fertilizados com espermatozóides para formar um embrião saudável. Os cientistas ressaltam também o fato de uma das células ejetadas nas etapas finais do desenvolvimento do óvulo ser maior do que o esperado nos experimento do laboratório. 


 


Segundo os pesquisadores, o próximo passo do estudo será fertilizar os óvulos e testar os embriões que foram produzidos, para então reavaliar cada passo do processo.


Se estudo prosseguir e mostrar resultados positivos, a infertilidade pode tornar-se algo do passado.



Cientistas escoses e norte-americanos desenvolveram uma nova técnica para desenvolver óvulos em laboratório. Se o estudo continuar a progredir, pode ajudar muitas mulheres que sofrem com infertilidade.



A pesquisa, publicada no periódico Molecular Human Reproduction, relata o método, que consiste na extração dos óvulos do corpos das mulheres sem precisar implantar o tecido novamente.



PATROCINADORES

Os cientistas fizeram o experimento com dez mulheres com idades entre 20 e 39 anos, retirando o tecido ovariano delas e o misturando com vários nutrientes, estimulando o desenvolvimento dos óvulos. Nove dos 48 óvulos utilizados na experiência conseguiram amadurecer durante o processo. 



Essa é a primeira vez que pesquisadores conseguem chegar nesse ponto de maturidade dos óvulos — antes disso não há como fertilizá-los. Outro ponto surpreendente foi o tempo do processo. Geralmente, os óvulos demoram cinco meses para amadurecer dentro do corpo. Os óvulos do laboratório, no entanto, demoraram apenas 22 dias.



Ainda não é possível saber se os óvulos são normais e se podem ser fertilizados com espermatozóides para formar um embrião saudável. Os cientistas ressaltam também o fato de uma das células ejetadas nas etapas finais do desenvolvimento do óvulo ser maior do que o esperado nos experimento do laboratório. 



Segundo os pesquisadores, o próximo passo do estudo será fertilizar os óvulos e testar os embriões que foram produzidos, para então reavaliar cada passo do processo.



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