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Ciência & Tecnologia

Cientistas descobrem que britânicos primitivos eram negros


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11/02/2018

Depois de analisar o DNA do crânio do Homem de Cheddar, descoberto no Reino Unido em 1903, cientistas chegaram à conclusão de que o britânico primitivo era negro de olhos claros.

 

Depois de ter sido descoberto em 1903, na vila de Cheddar Corge, em Somerset, no Reino Unido, o chamado Homem de Cheddar, finalmente, teve seu rosto revelado pelos arqueólogos britânicos. Segundo o estudo, realizado pela Universidade College de Londres (UCL), os primitivos moradores da ilha britânica, há mais de 10 mil anos, tinham a pele escura e os olhos azuis. A informação foi publicada no jornal inglês The Guardian nesta quarta, dia 7 de fevereiro.

 

Por meio do sequenciamento do DNA do Cheddar Man – o esqueleto humano mais antigo e completo encontrado no Reino Unido –, os investigadores do Museu de História Natural de Londres e da UCL conseguiram prever como seria o rosto de um dos primeiros habitantes da região.

 

Depois da análise do DNA, os investigadores fizeram a reconstrução do em 3D. Com isso, os cientistas conseguiram mostrar que o tom de pele mais claro, caucasiano, típico dos britânicos atuais, é uma característica recente, ao contrário do que se pensava.

 

Até então, a ideia era que os humanos primitivos teriam se adaptado "rapidamente" à tonalidade da pele mais clara ao colonizarem a Europa há cerca de 45 mil anos, explica Tom Booth, um dos responsáveis pela investigação da Universidade College de Londres. Contudo, o novo resultado comprova os exames feitos em humanos mesolíticos (viveram entre 12 mil e nove mil anos atrás), que já apresentavam a pigmentação mais escura dos antigos moradores da África subsariana.

Depois de analisar o DNA do crânio do Homem de Cheddar, descoberto no Reino Unido em 1903, cientistas chegaram à conclusão de que o britânico primitivo era negro de olhos claros.


 


Depois de ter sido descoberto em 1903, na vila de Cheddar Corge, em Somerset, no Reino Unido, o chamado Homem de Cheddar, finalmente, teve seu rosto revelado pelos arqueólogos britânicos. Segundo o estudo, realizado pela Universidade College de Londres (UCL), os primitivos moradores da ilha britânica, há mais de 10 mil anos, tinham a pele escura e os olhos azuis. A informação foi publicada no jornal inglês The Guardian nesta quarta, dia 7 de fevereiro.


 


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Por meio do sequenciamento do DNA do Cheddar Man – o esqueleto humano mais antigo e completo encontrado no Reino Unido –, os investigadores do Museu de História Natural de Londres e da UCL conseguiram prever como seria o rosto de um dos primeiros habitantes da região.


 


Depois da análise do DNA, os investigadores fizeram a reconstrução do em 3D. Com isso, os cientistas conseguiram mostrar que o tom de pele mais claro, caucasiano, típico dos britânicos atuais, é uma característica recente, ao contrário do que se pensava.


 


Até então, a ideia era que os humanos primitivos teriam se adaptado "rapidamente" à tonalidade da pele mais clara ao colonizarem a Europa há cerca de 45 mil anos, explica Tom Booth, um dos responsáveis pela investigação da Universidade College de Londres. Contudo, o novo resultado comprova os exames feitos em humanos mesolíticos (viveram entre 12 mil e nove mil anos atrás), que já apresentavam a pigmentação mais escura dos antigos moradores da África subsariana.


Depois de analisar o DNA do crânio do Homem de Cheddar, descoberto no Reino Unido em 1903, cientistas chegaram à conclusão de que o britânico primitivo era negro de olhos claros.


 


Depois de ter sido descoberto em 1903, na vila de Cheddar Corge, em Somerset, no Reino Unido, o chamado Homem de Cheddar, finalmente, teve seu rosto revelado pelos arqueólogos britânicos. Segundo o estudo, realizado pela Universidade College de Londres (UCL), os primitivos moradores da ilha britânica, há mais de 10 mil anos, tinham a pele escura e os olhos azuis. A informação foi publicada no jornal inglês The Guardian nesta quarta, dia 7 de fevereiro.


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Por meio do sequenciamento do DNA do Cheddar Man – o esqueleto humano mais antigo e completo encontrado no Reino Unido –, os investigadores do Museu de História Natural de Londres e da UCL conseguiram prever como seria o rosto de um dos primeiros habitantes da região.


 


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Depois da análise do DNA, os investigadores fizeram a reconstrução do em 3D. Com isso, os cientistas conseguiram mostrar que o tom de pele mais claro, caucasiano, típico dos britânicos atuais, é uma característica recente, ao contrário do que se pensava.


 


Até então, a ideia era que os humanos primitivos teriam se adaptado "rapidamente" à tonalidade da pele mais clara ao colonizarem a Europa há cerca de 45 mil anos, explica Tom Booth, um dos responsáveis pela investigação da Universidade College de Londres. Contudo, o novo resultado comprova os exames feitos em humanos mesolíticos (viveram entre 12 mil e nove mil anos atrás), que já apresentavam a pigmentação mais escura dos antigos moradores da África subsariana.


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