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Ciência & Tecnologia

Pesquisa desenvolvida no Brasil recebe prêmio nos Estados Unidos


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10/02/2018

Estudo sobre células-tronco para o tratamento de arritmias foi realizada em parceria com outros três centros.

 

Uma pesquisa desenvolvida pela equipe de arritmia do Instituto Nacional de Cardiologia (INC), chefiada pelo cardiologista Fernando Cruz, foi premiada pela American Heart Association (AHA), uma organização americana de cardiologia sem fins lucrativos.

 

A pesquisa foi desenvolvida em conjunto com mais três centros: o Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR); e a Fundação Fleni da Argentina.

 

A pesquisa tem como tema a indução de células-tronco para o tratamento de arritmias cardíacas e foi apresentada pela pós-doutoranda da UFRJ, Fernanda Mesquita. A pesquisadora expôs o trabalho para profissionais de cardiologia do mundo inteiro.

 

A premiação aconteceu em novembro, na Califórnia, durante a Scientific Sessions 2017, evento organizado pela AHA. Os autores da pesquisa ganharam o prêmio Paul Dudley White de Time de Ciência Internacional no Brasil (International Science Team Award). O nome do prêmio é uma homenagem ao cardiologista americano, que foi um dos fundadores da Associação.

 

Doutor Fernando Cruz conta que os quatro centros começaram a desenvolver o estudo há um ano e meio: “Cada centro fazia uma parte, mas o importante é o resultado final”, afirma.

Estudo sobre células-tronco para o tratamento de arritmias foi realizada em parceria com outros três centros.


 


Uma pesquisa desenvolvida pela equipe de arritmia do Instituto Nacional de Cardiologia (INC), chefiada pelo cardiologista Fernando Cruz, foi premiada pela American Heart Association (AHA), uma organização americana de cardiologia sem fins lucrativos.


 


A pesquisa foi desenvolvida em conjunto com mais três centros: o Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR); e a Fundação Fleni da Argentina.


PATROCINADORES

 


A pesquisa tem como tema a indução de células-tronco para o tratamento de arritmias cardíacas e foi apresentada pela pós-doutoranda da UFRJ, Fernanda Mesquita. A pesquisadora expôs o trabalho para profissionais de cardiologia do mundo inteiro.


 


A premiação aconteceu em novembro, na Califórnia, durante a Scientific Sessions 2017, evento organizado pela AHA. Os autores da pesquisa ganharam o prêmio Paul Dudley White de Time de Ciência Internacional no Brasil (International Science Team Award). O nome do prêmio é uma homenagem ao cardiologista americano, que foi um dos fundadores da Associação.


 


Doutor Fernando Cruz conta que os quatro centros começaram a desenvolver o estudo há um ano e meio: “Cada centro fazia uma parte, mas o importante é o resultado final”, afirma.


Estudo sobre células-tronco para o tratamento de arritmias foi realizada em parceria com outros três centros.


 


Uma pesquisa desenvolvida pela equipe de arritmia do Instituto Nacional de Cardiologia (INC), chefiada pelo cardiologista Fernando Cruz, foi premiada pela American Heart Association (AHA), uma organização americana de cardiologia sem fins lucrativos.


PATROCINADORES

 


A pesquisa foi desenvolvida em conjunto com mais três centros: o Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR); e a Fundação Fleni da Argentina.


 


PATROCINADORES

A pesquisa tem como tema a indução de células-tronco para o tratamento de arritmias cardíacas e foi apresentada pela pós-doutoranda da UFRJ, Fernanda Mesquita. A pesquisadora expôs o trabalho para profissionais de cardiologia do mundo inteiro.


 


A premiação aconteceu em novembro, na Califórnia, durante a Scientific Sessions 2017, evento organizado pela AHA. Os autores da pesquisa ganharam o prêmio Paul Dudley White de Time de Ciência Internacional no Brasil (International Science Team Award). O nome do prêmio é uma homenagem ao cardiologista americano, que foi um dos fundadores da Associação.


 


Doutor Fernando Cruz conta que os quatro centros começaram a desenvolver o estudo há um ano e meio: “Cada centro fazia uma parte, mas o importante é o resultado final”, afirma.


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