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De onde vêm os veículos vendidos em leilão?


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06/02/2018

Esses veículos costumam ser procedentes de companhias de seguros, instituições financeiras, lojistas, locadoras e empresas que estão renovando suas propriedades. Na Sodré Santoro, a origem do veículo sempre aparece no catálogo, que é distribuído gratuitamente no local do leilão e no site do leiloeiro. Além disso, as informações são dadas no momento dos lances.

 

Essa, aliás, é uma das vantagens de comprar veículo em leilão: a procedência é segura. “Eu sempre tenho a origem do bem que estou vendendo e todos os veículos saem com nota de venda ou documento que comprove quem é o proprietário”, explica Moacir De Santi, leiloeiro oficial da Sodré Santoro.

 

Portanto, esqueça aquele mito de que só existem veículos batidos ou em péssimas condições em leilão. Dependendo da origem, é possível adquirir um veículo sem avarias ou até com pouca quilometragem rodada. Podendo encontrar também veículos 0 km que foram sinistrados em transporte com pequena avaria.

 

 

Pequena, média ou grande monta

 

Os veículos provenientes de seguradoras são chamados de sinistrados. Alguns foram recuperados de roubo ou furto depois que a companhia indenizou o segurado e podem estar em perfeito estado. Outros sofreram colisão ou outro tipo de dano, como ter passado por uma enchente, que fez a companhia ficar com o veículo e indenizar o segurado.

 

Os veículos são vendidos no estado em que se encontram. E o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) classifica os danos em três categorias: pequena, média e grande monta. A avaliação, apoiada nos critérios oficiais, é feita pelo agente de trânsito no momento em que atende a ocorrência. “Pequena monta indica que os danos foram relativamente pequenos e não mexeram com a estrutura do veículo”, explica De Santi. Esses veículos podem voltar a circular normalmente após o reparo, precisando passar apenas por uma inspeção simples numa empresa de vistoria autorizada pelo Detran. O documento do veículo sairá sem apontamentos.

 

Já nos de média monta, as avarias são um pouco maiores, mas os veículos ainda podem ser recuperados. No entanto, após o conserto, eles precisam passar também por inspeção num posto do Inmetro. Entram aqui veículos recuperados de roubo e furto que sofreram alguma alteração do número de chassi ou motor e os que passaram por enchentes. No campo de observações no documento do veículo, estará descrito como “veículo recuperado de sinistro”.

 

Já os veículos com danos de grande monta foram tão afetados pelo acidente que não apresentam mais condições satisfatórias de conserto e são proibidos de voltar às ruas. Eles só podem ser vendidos para empresas que comercializam peças de automóveis ou reciclam sucata devidamente cadastradas no Detran Estadual.

 

 

Sem sinistro

 

Veículos de outras origens geralmente não apresentam avarias significativas. Bancos e financeiras costumam vender em leilão veículos recuperados de clientes que não pagaram financiamentos. Empresas dos mais variados setores, ao renovar suas frotas, levam os usados a leilão – inclusive os que eram usados pela diretoria. Há também lojas de automóveis, incluindo concessionárias, que recorrem a essa modalidade de vendas quando precisam reduzir seus estoques de usados ou estão buscando liquidez – em leilão, elas conseguem vender esses bens rapidamente.

Esses veículos costumam ser procedentes de companhias de seguros, instituições financeiras, lojistas, locadoras e empresas que estão renovando suas propriedades. Na Sodré Santoro, a origem do veículo sempre aparece no catálogo, que é distribuído gratuitamente no local do leilão e no site do leiloeiro. Além disso, as informações são dadas no momento dos lances.


 


Essa, aliás, é uma das vantagens de comprar veículo em leilão: a procedência é segura. “Eu sempre tenho a origem do bem que estou vendendo e todos os veículos saem com nota de venda ou documento que comprove quem é o proprietário”, explica Moacir De Santi, leiloeiro oficial da Sodré Santoro.


 


Portanto, esqueça aquele mito de que só existem veículos batidos ou em péssimas condições em leilão. Dependendo da origem, é possível adquirir um veículo sem avarias ou até com pouca quilometragem rodada. Podendo encontrar também veículos 0 km que foram sinistrados em transporte com pequena avaria.


 


 


Pequena, média ou grande monta


 


Os veículos provenientes de seguradoras são chamados de sinistrados. Alguns foram recuperados de roubo ou furto depois que a companhia indenizou o segurado e podem estar em perfeito estado. Outros sofreram colisão ou outro tipo de dano, como ter passado por uma enchente, que fez a companhia ficar com o veículo e indenizar o segurado.


PATROCINADORES

 


Os veículos são vendidos no estado em que se encontram. E o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) classifica os danos em três categorias: pequena, média e grande monta. A avaliação, apoiada nos critérios oficiais, é feita pelo agente de trânsito no momento em que atende a ocorrência. “Pequena monta indica que os danos foram relativamente pequenos e não mexeram com a estrutura do veículo”, explica De Santi. Esses veículos podem voltar a circular normalmente após o reparo, precisando passar apenas por uma inspeção simples numa empresa de vistoria autorizada pelo Detran. O documento do veículo sairá sem apontamentos.


 


Já nos de média monta, as avarias são um pouco maiores, mas os veículos ainda podem ser recuperados. No entanto, após o conserto, eles precisam passar também por inspeção num posto do Inmetro. Entram aqui veículos recuperados de roubo e furto que sofreram alguma alteração do número de chassi ou motor e os que passaram por enchentes. No campo de observações no documento do veículo, estará descrito como “veículo recuperado de sinistro”.


 


Já os veículos com danos de grande monta foram tão afetados pelo acidente que não apresentam mais condições satisfatórias de conserto e são proibidos de voltar às ruas. Eles só podem ser vendidos para empresas que comercializam peças de automóveis ou reciclam sucata devidamente cadastradas no Detran Estadual.


 


 


Sem sinistro


 


Veículos de outras origens geralmente não apresentam avarias significativas. Bancos e financeiras costumam vender em leilão veículos recuperados de clientes que não pagaram financiamentos. Empresas dos mais variados setores, ao renovar suas frotas, levam os usados a leilão – inclusive os que eram usados pela diretoria. Há também lojas de automóveis, incluindo concessionárias, que recorrem a essa modalidade de vendas quando precisam reduzir seus estoques de usados ou estão buscando liquidez – em leilão, elas conseguem vender esses bens rapidamente.


Esses veículos costumam ser procedentes de companhias de seguros, instituições financeiras, lojistas, locadoras e empresas que estão renovando suas propriedades. Na Sodré Santoro, a origem do veículo sempre aparece no catálogo, que é distribuído gratuitamente no local do leilão e no site do leiloeiro. Além disso, as informações são dadas no momento dos lances.


 


Essa, aliás, é uma das vantagens de comprar veículo em leilão: a procedência é segura. “Eu sempre tenho a origem do bem que estou vendendo e todos os veículos saem com nota de venda ou documento que comprove quem é o proprietário”, explica Moacir De Santi, leiloeiro oficial da Sodré Santoro.


 


Portanto, esqueça aquele mito de que só existem veículos batidos ou em péssimas condições em leilão. Dependendo da origem, é possível adquirir um veículo sem avarias ou até com pouca quilometragem rodada. Podendo encontrar também veículos 0 km que foram sinistrados em transporte com pequena avaria.


 


 


PATROCINADORES

Pequena, média ou grande monta


 


Os veículos provenientes de seguradoras são chamados de sinistrados. Alguns foram recuperados de roubo ou furto depois que a companhia indenizou o segurado e podem estar em perfeito estado. Outros sofreram colisão ou outro tipo de dano, como ter passado por uma enchente, que fez a companhia ficar com o veículo e indenizar o segurado.


 


Os veículos são vendidos no estado em que se encontram. E o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) classifica os danos em três categorias: pequena, média e grande monta. A avaliação, apoiada nos critérios oficiais, é feita pelo agente de trânsito no momento em que atende a ocorrência. “Pequena monta indica que os danos foram relativamente pequenos e não mexeram com a estrutura do veículo”, explica De Santi. Esses veículos podem voltar a circular normalmente após o reparo, precisando passar apenas por uma inspeção simples numa empresa de vistoria autorizada pelo Detran. O documento do veículo sairá sem apontamentos.


 


Já nos de média monta, as avarias são um pouco maiores, mas os veículos ainda podem ser recuperados. No entanto, após o conserto, eles precisam passar também por inspeção num posto do Inmetro. Entram aqui veículos recuperados de roubo e furto que sofreram alguma alteração do número de chassi ou motor e os que passaram por enchentes. No campo de observações no documento do veículo, estará descrito como “veículo recuperado de sinistro”.


PATROCINADORES

 


Já os veículos com danos de grande monta foram tão afetados pelo acidente que não apresentam mais condições satisfatórias de conserto e são proibidos de voltar às ruas. Eles só podem ser vendidos para empresas que comercializam peças de automóveis ou reciclam sucata devidamente cadastradas no Detran Estadual.


 


 


Sem sinistro


 


Veículos de outras origens geralmente não apresentam avarias significativas. Bancos e financeiras costumam vender em leilão veículos recuperados de clientes que não pagaram financiamentos. Empresas dos mais variados setores, ao renovar suas frotas, levam os usados a leilão – inclusive os que eram usados pela diretoria. Há também lojas de automóveis, incluindo concessionárias, que recorrem a essa modalidade de vendas quando precisam reduzir seus estoques de usados ou estão buscando liquidez – em leilão, elas conseguem vender esses bens rapidamente.


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