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Vídeo de padre de cueca gera suspensão em igreja no interior de Minas


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16/01/2018

Nas imagens, religioso se exibe na cama usando apenas roupa íntima. Caso abalou a cidade de Porteirinha, que tem maioria católica.

 

Um padre de Porteirinha, Norte de Minas, foi suspenso de suas funções sacerdotais, “por tempo indeterminado”, depois da divulgação de um vídeo dele nas redes sociais. A suspensão foi determinada pelo bispo da Diocese de Janaúba, dom Ricardo Guerrino Brusati. Em vídeo que circula em grupos de um aplicativo de mensagens instantâneas em Porteirinha, aparece a imagem do padre de cueca em cima de uma cama. A filmagem tem duração de 14 segundos. 

 

Conforme um morador do município - que pediu para não ser identificado, além de “cair” nas redes sociais, o caso virou um dos principais assuntos em Porteirinha, cidade de 37,6 mil habitantes, dos quais, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), 31 mil são católicos. O sacerdote envolvido na historia, no final do ano passado, tinha sido transferido da pequena Serranópolis de Minas (4,7 mil habitantes) para a Paroquia de São Joaquim, em Porteirinha. Serranópolis de Minas é ex-distrito de Porteirinha, da qual fica distante 35 quilômetros.

 

No “decreto de suspensão do uso de ordem sacra”, o bispo dom Ricardo Guerrino Brusati relata que o padre “publicou nos meios sociais imagens que causaram (sic) contra testemunho da vida sacerdotal”. E que, por isso, ele decidiu suspender o religioso do “uso da ordem sacra por tempo indeterminado, como pena medicinal, até que se mande o contrário”, conforme o direito canônico. Copia do documento também passou a circular em grupos de aplicativo de mensagens instantâneas na região, constando nele assinatura do padre envolvido, declando que recebeu o “instrumento” de sua suspensão.

 

Ouvido pela reportagem do EM, na manhã desta  terça-feira, dom Ricardo Guerrino Brusati confirmou a decisão de suspender o sacerdote e justificou: “o padre deveria  dar bom  exemplo para todos os fiéis. E neste caso, ele não deu bom exemplo. Ele sabe disso”.  O bispo de Janaúba (distante 30 quilômetros de Porteirinha) lamentou o  “vazamento” do decreto de suspensão do uso da ordem sacra e a circulação do documento em um aplicativo de mensagens instantâneas. “O documento não era  para ser publicado. Era para ficar somente entre os padres”, argumentou o bispo.

 

Ele também reclamou da divulgação e da repercussão do caso. “Acho que deveriamos somente propagar o bem. Pra que espalhar coisas do mal, que só atrapalham  a vida das pessoas?" comentou o líder católico, após ser lembrado pela reportagem de que são os próprios moradores que começaram a divulgar o fato nas redes sociais.

 

Dom Ricardo  Brusati ressaltou que o padre não foi suspenso em definitivo pela igreja e que poderá retornar as suas funções na igreja dentro de algum tempo, desde que prove a sua “regeneração”, após ser submetido a “tratamento psicológico e espiritual”. “Ele não deixou de ser padre. Apenas está impedido de fazer celebrações”, lembrou o bispo de Janaúba. 

 

Procurado pela reportagem, inicialmente, o padre envolvido o caso alegou que estaria sofrendo perseguição por parte do bispo de Janauba, que segundo ele, não estaria lúcido, devido à idade (72 anos). O sacerdote pediu para encerrar a ligação e continuar a conversa em um aplicativo de mensagens instantâneas e parou de responder as perguntas da reportagem.

 

 

Assista ao vídeo:

 

Nas imagens, religioso se exibe na cama usando apenas roupa íntima. Caso abalou a cidade de Porteirinha, que tem maioria católica.


 


Um padre de Porteirinha, Norte de Minas, foi suspenso de suas funções sacerdotais, “por tempo indeterminado”, depois da divulgação de um vídeo dele nas redes sociais. A suspensão foi determinada pelo bispo da Diocese de Janaúba, dom Ricardo Guerrino Brusati. Em vídeo que circula em grupos de um aplicativo de mensagens instantâneas em Porteirinha, aparece a imagem do padre de cueca em cima de uma cama. A filmagem tem duração de 14 segundos. 


 


Conforme um morador do município - que pediu para não ser identificado, além de “cair” nas redes sociais, o caso virou um dos principais assuntos em Porteirinha, cidade de 37,6 mil habitantes, dos quais, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), 31 mil são católicos. O sacerdote envolvido na historia, no final do ano passado, tinha sido transferido da pequena Serranópolis de Minas (4,7 mil habitantes) para a Paroquia de São Joaquim, em Porteirinha. Serranópolis de Minas é ex-distrito de Porteirinha, da qual fica distante 35 quilômetros.


 


No “decreto de suspensão do uso de ordem sacra”, o bispo dom Ricardo Guerrino Brusati relata que o padre “publicou nos meios sociais imagens que causaram (sic) contra testemunho da vida sacerdotal”. E que, por isso, ele decidiu suspender o religioso do “uso da ordem sacra por tempo indeterminado, como pena medicinal, até que se mande o contrário”, conforme o direito canônico. Copia do documento também passou a circular em grupos de aplicativo de mensagens instantâneas na região, constando nele assinatura do padre envolvido, declando que recebeu o “instrumento” de sua suspensão.


 


Ouvido pela reportagem do EM, na manhã desta  terça-feira, dom Ricardo Guerrino Brusati confirmou a decisão de suspender o sacerdote e justificou: “o padre deveria  dar bom  exemplo para todos os fiéis. E neste caso, ele não deu bom exemplo. Ele sabe disso”.  O bispo de Janaúba (distante 30 quilômetros de Porteirinha) lamentou o  “vazamento” do decreto de suspensão do uso da ordem sacra e a circulação do documento em um aplicativo de mensagens instantâneas. “O documento não era  para ser publicado. Era para ficar somente entre os padres”, argumentou o bispo.


 


PATROCINADORES

Ele também reclamou da divulgação e da repercussão do caso. “Acho que deveriamos somente propagar o bem. Pra que espalhar coisas do mal, que só atrapalham  a vida das pessoas?" comentou o líder católico, após ser lembrado pela reportagem de que são os próprios moradores que começaram a divulgar o fato nas redes sociais.


 


Dom Ricardo  Brusati ressaltou que o padre não foi suspenso em definitivo pela igreja e que poderá retornar as suas funções na igreja dentro de algum tempo, desde que prove a sua “regeneração”, após ser submetido a “tratamento psicológico e espiritual”. “Ele não deixou de ser padre. Apenas está impedido de fazer celebrações”, lembrou o bispo de Janaúba. 


 


Procurado pela reportagem, inicialmente, o padre envolvido o caso alegou que estaria sofrendo perseguição por parte do bispo de Janauba, que segundo ele, não estaria lúcido, devido à idade (72 anos). O sacerdote pediu para encerrar a ligação e continuar a conversa em um aplicativo de mensagens instantâneas e parou de responder as perguntas da reportagem.


 


 


Assista ao vídeo:


 



Nas imagens, religioso se exibe na cama usando apenas roupa íntima. Caso abalou a cidade de Porteirinha, que tem maioria católica.


 


Um padre de Porteirinha, Norte de Minas, foi suspenso de suas funções sacerdotais, “por tempo indeterminado”, depois da divulgação de um vídeo dele nas redes sociais. A suspensão foi determinada pelo bispo da Diocese de Janaúba, dom Ricardo Guerrino Brusati. Em vídeo que circula em grupos de um aplicativo de mensagens instantâneas em Porteirinha, aparece a imagem do padre de cueca em cima de uma cama. A filmagem tem duração de 14 segundos. 


 


Conforme um morador do município - que pediu para não ser identificado, além de “cair” nas redes sociais, o caso virou um dos principais assuntos em Porteirinha, cidade de 37,6 mil habitantes, dos quais, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), 31 mil são católicos. O sacerdote envolvido na historia, no final do ano passado, tinha sido transferido da pequena Serranópolis de Minas (4,7 mil habitantes) para a Paroquia de São Joaquim, em Porteirinha. Serranópolis de Minas é ex-distrito de Porteirinha, da qual fica distante 35 quilômetros.


 


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No “decreto de suspensão do uso de ordem sacra”, o bispo dom Ricardo Guerrino Brusati relata que o padre “publicou nos meios sociais imagens que causaram (sic) contra testemunho da vida sacerdotal”. E que, por isso, ele decidiu suspender o religioso do “uso da ordem sacra por tempo indeterminado, como pena medicinal, até que se mande o contrário”, conforme o direito canônico. Copia do documento também passou a circular em grupos de aplicativo de mensagens instantâneas na região, constando nele assinatura do padre envolvido, declando que recebeu o “instrumento” de sua suspensão.


 


Ouvido pela reportagem do EM, na manhã desta  terça-feira, dom Ricardo Guerrino Brusati confirmou a decisão de suspender o sacerdote e justificou: “o padre deveria  dar bom  exemplo para todos os fiéis. E neste caso, ele não deu bom exemplo. Ele sabe disso”.  O bispo de Janaúba (distante 30 quilômetros de Porteirinha) lamentou o  “vazamento” do decreto de suspensão do uso da ordem sacra e a circulação do documento em um aplicativo de mensagens instantâneas. “O documento não era  para ser publicado. Era para ficar somente entre os padres”, argumentou o bispo.


 


Ele também reclamou da divulgação e da repercussão do caso. “Acho que deveriamos somente propagar o bem. Pra que espalhar coisas do mal, que só atrapalham  a vida das pessoas?" comentou o líder católico, após ser lembrado pela reportagem de que são os próprios moradores que começaram a divulgar o fato nas redes sociais.


 


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Dom Ricardo  Brusati ressaltou que o padre não foi suspenso em definitivo pela igreja e que poderá retornar as suas funções na igreja dentro de algum tempo, desde que prove a sua “regeneração”, após ser submetido a “tratamento psicológico e espiritual”. “Ele não deixou de ser padre. Apenas está impedido de fazer celebrações”, lembrou o bispo de Janaúba. 


 


Procurado pela reportagem, inicialmente, o padre envolvido o caso alegou que estaria sofrendo perseguição por parte do bispo de Janauba, que segundo ele, não estaria lúcido, devido à idade (72 anos). O sacerdote pediu para encerrar a ligação e continuar a conversa em um aplicativo de mensagens instantâneas e parou de responder as perguntas da reportagem.


 


 


Assista ao vídeo:


 



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